Durban mistura raízes zulus a uma notável influência indiana
Durban é ensolarada e salgada pelas águas do Índico, atributos que fazem da cidade no leste do país um dos destinos de férias favoritos dos sul-africanos. Adicione aromas e sabores orientais e você terá em mãos uma receita de sucesso no turismo: sol, mar e boa mesa.


Influências Indianas em Durban, África do Sul
Divulgação/SouthAfrica
Durban é ensolarada e salgada pelas águas do Índico, atributos que fazem da cidade no leste do país um dos destinos de férias favoritos dos sul-africanos. Adicione aromas e sabores orientais e você terá em mãos uma receita de sucesso no turismo: sol, mar e boa mesa.
Não demora muito para notar que a influência indiana está presente em toda parte, desde a culinária à la curry até os suntuosos mercados e feiras abertas que tomam as ruas. Algo bastante similar a Nova Délhi, por exemplo. Pudera. Durban abriga a maior comunidade de indianos fora da Índia, mas também dá lugar aos zulus, maior grupo étnico sul-africano. E é essa mistura de Índia e África do Sul que a torna ainda mais irresistível.
A brisa é morna. Os moradores dizem que o tempo é bom o ano todo, até no inverno. Então, vamos às praias: a cidade tem uma faixa litorânea de seis quilômetros, chamada Golden Mile. Com restaurantes, bares e marinas, há diversão de sobra.
O ponto mais badalado é Umhlanga Coast. Ao norte, o balneário tem praias com águas agitadas, que atraem surfistas e muita gente jovem. Hotéis imponentes, como o Beverly Hills e o Oyster Box, cassinos luxuosos e vários shoppings concentram-se ali. Para hospedagem, é a região mais procurada, inclusive por brasileiros.
Pechincha. Antes ou depois da badalação, aproveite para se perder nos mercados. O Victoria Street Market, no centro, é um convite aos sentidos: há muitas cores para olhos e aromas diferentes para o olfato.
Construído no começo do século passado e reinaugurado em 1973 após um incêndio, sua arquitetura imponente lembra a de um palácio indiano. As lojinhas vendem não apenas lenços, incensos e temperos da Índia, mas também muito artesanato sul-africano, como máscaras, animais de madeira e adereços feitos com miçangas.
Em uma rápida volta pelos corredores bem organizados você pode encontrar todo tipo de especiaria: curry (claro), lemon pepper, gaum masala, piclemasala e outros temperos nada comuns para quem está acostumado à culinária ocidental. A maioria dos vendedores tem algum tipo de ligação – são irmãos, parentes ou velhos amigos.
Aposte na pechincha: você pode comprar um potinho de curry por 25 rands (R$ 5) e levar um belo colar de miçangas tradicionais por 200 rands (R$ 42). “Brasileiro? Então pode levar dois colares por 350 rands”, brincou a vendedora. Tudo é negociável.
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