MinC aprova projeto para restauro de igreja em Pinda
O projeto de restauro da igreja São José da Vila Real, de Pindamonhangaba, foi aprovado esta semana pela CNIC (Comissão Nacional de Incentivo à Cultura), do Ministério da Cultura.


Verba de R$ 4,8 milhões deve ser investida em recuperação
Divulgação/Jornal Atos
O projeto de restauro da igreja São José da Vila Real, de Pindamonhangaba, foi aprovado esta semana pela CNIC (Comissão Nacional de Incentivo à Cultura), do Ministério da Cultura.
A aprovação era aguardada para que a recuperação do prédio, tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico), fosse iniciada o quanto antes, já que a igreja apresenta diversas rachaduras em sua estrutura, correndo o risco de desabar.
O valor aprovado para as obras é de mais de R$ 4,8 milhões. O projeto está em fase de análise documental e, após os procedimentos legais, a data para o início das obras será anunciada.
O projeto foi elaborado pela empresa Pauliceia Arquitetura Restauro e Projetos Culturais e foi apresentado à população durante reunião realizada no início de setembro na prefeitura, entre a Secretaria de Educação e Cultura e o Departamento de Patrimônio Histórico.
O restauro foi avaliado em cerca de R$ 6 milhões. A intenção era de captar verba por meio da Lei Rouanet e do FID (Fundo de Investimento Difuso), pelo qual o processo já saiu do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e aguarda liberação.
De acordo com a diretora do departamento, Karina Lacorte, a igreja pertence à Mitra Diocesana de Taubaté e por isso a Prefeitura de Pindamonhangaba não pode investir verba no restauro.
“Como as rachaduras da Igreja refletiam na rua, a prefeitura pode auxiliar com os escoramentos da parte interna e interditar a rua do entorno, já que a via é de responsabilidade do município”, explicou. Karina também afirmou que todo o processo da obra será acompanhado pela administração municipal.
Considerada um marco histórico e arquitetônico da cidade, a igreja está localizada na região central e está interditada há quatro anos.
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