Coletivo Estoril começa 2016 com novas músicas e nova formação

Banda joseense apresenta nova fase no show ‘Semear’, no Sesc

Escrito por: João Pedro Teles2 min de leitura
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Cada vez mais coletivo: banda conta com três novos músicos na atual formação

Carpe Diem/Divulgação

Para Coletivo Estoril, uma das mais celebradas bandas da cena regional, 2016 começou no esquema “ano novo, vida nova”. O grupo mudou a formação, acrescentou novos instrumentos ao naipe e ainda está cheio de músicas inéditas para apresentar ao público.

As mudanças deixam este Coletivo “2.0” ainda mais plural. O baiano Eduardo César assume o contrabaixo, enquanto Chico Alcântara entra nos teclados. A percussão também ganha um novo membro, Saulo de Pádua, que agora divide o batuque com Diego Prado, da formação original. Passarinho (bateria) e Gabriel Salve (guitarra e voz) completam o time.

De acordo com Salve, com as mudanças a banda também adota uma nova sonoridade. Mais elementos, mais atmosfera, mais mistura de ritmos. É o que promete o vocalista.

“As novas músicas, do EP Semear (ainda sem data para lançamento), trazem uma mistura maior de ritmos. A gente amadureceu muito como banda e como músicos. E as canções novas trazem bastante disso. Nos liberamos mais para acrescentar novas sonoridades. Assim, reunimos na mesma música elementos diferentes. A canção começa de um jeito e evolui para outro. É uma parada mais experimental”, explica Salve.

A banda apresenta esta nova roupagem na próxima sexta-feira (5) no show “Semear”, que acontece no Sesc São José dos Campos, às 19h30, no palco do solário. Até as músicas antigas, velhas conhecidas dos fãs, não escaparam da nova fase da banda.  De acordo com Salve, elas também ganham uma sonoridade diferente.

“Essa mudança deu um fôlego novo às nossas músicas mais antigas. A galera que já acompanha a gente desde o começo, vai se surpreender com as versões que preparamos. Mas ninguém precisa ficar com medo, garanto que ficou bonito, com ainda mais groove”, afirma.

Palco
Daquelas bandas que definitivamente nasceram para estar no palco, o Coletivo também deve incrementar sua experiência nas apresentações. Com mais instrumentos, a atmosfera dos shows será refinada, incluindo aí algumas incursões instrumentais.

“A entrada do teclado muda muita coisa. Com a base que ele oferece para as músicas, posso lançar mão de uma guitarra menos presente, só que mais cirúrgica. Estamos investindo mais na atmosfera do som”, conclui, Salve.

Os ingressos para o show de sexta-feira começam a ser distribuídos com uma hora de antecedência. Mais informações podem ser obtidas no evento criado no Facebook.

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