Da mesma ilha: lusitano de Taubaté vai ver conterrâneo Cristiano Ronaldo em campo pela primeira vez
“Sou da Ilha da Madeira igual ao Cristiano Ronaldo. Conheci a mãe dele, a irmã, só falta ver ele jogando”, conta Juvenal Moniz, 51 anos. Administrador de empresas em Taubaté, Moniz viajou com o filho neste sábado (14) para ver a estreia de Portugal na Copa do Mundo contra a Alemanha nesta segunda-feira (16), na Arena Fonte Nova, em Salvador.


Eduardo (à esquerda) e Juvenal Moniz, aficionados pela pátria lusa
Reprodução/Facebook
“Sou da Ilha da Madeira igual ao Cristiano Ronaldo. Conheci a mãe dele, a irmã, só falta ver ele jogando”, conta Juvenal Moniz, 51 anos. Administrador de empresas em Taubaté, Moniz viajou com o filho neste sábado (14) para ver a estreia de Portugal na Copa do Mundo contra a Alemanha nesta segunda-feira (16), na Arena Fonte Nova, em Salvador.
O CR7 nasceu em Funchal, capital da Ilha da Madeira, em Portugal. Moniz é de Ribeira Brava, cidade que fica à 15 quilômetros de distância da capital do goleador luso. O português que vive aqui afirma que acompanhou a trajetória de Cristiano Ronaldo desde o início de carreira e visitou a casa onde o craque luso viveu.
“Ele cresceu numa época em que o país dava poucas chances para os jovens, o Cristiano mereceu chegar onde chegou”, diz.
Em Portugal, Moniz é torcedor do Benfica e do Marítimo (time da Ilha da Madeira, primeiro clube de Ronaldo), mas no Brasil, país onde vive há 37 anos, torce para a Portuguesa de Desportos. A admiração pela seleção é tamanha que Moniz e seu filho Eduardo, 29 anos, acompanharam os treinamentos da equipe rubro-verde em Campinas.
“Vai ser difícil enfrentar essa pedreira que é a Alemanha, mas depois da goleada que a Espanha tomou, descobriram que a bola é redonda para todo mundo”, diverte-se o luso-brasileiro. Para Moniz, Portugal ganha de 2 a 0, com os gols anotados por Cristiano Ronaldo.
Pai e filho têm ingressos para todos os jogos da primeira fase e para uma semifinal -que pode ser portuguesa se a seleção se classificar na primeira colocação no grupo G.
Como ritual de cada partida, Juvenal Moniz revela que, além de assistir aos jogos com as bandeiras da Ilha da Madeira e de Portugal, ele prepara bolinhos de bacalhau e a tradicional espetada da Ilha da Madeira, que são cubinhos de carne de vaca assados no graveto do loureiro (a árvore que dá a folha de louro, tempero comum na cozinha brasileira).
“É isso e mais um fardinho de cerveja brasileira que está tudo certo para Portugal ganhar a Copa”, acredita.
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