“Foi legal”, diz vice-presidente da CBF sobre gol reclamado pelo Vasco
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O vice-presidente da CBF, Francisco Novelletto Neto, considera normais as reclamações de clubes na reta final do Brasileirão. Em entrevista à Rádio Guaíba, o dirigente disse que o gol que gerou pedido de anulação de jogo pelo Vasco, por exemplo, foi legal e minimizou pleitos contra arbitragem. O Inter, logo que…

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O vice-presidente da CBF, Francisco Novelletto Neto, considera normais as reclamações de clubes na reta final do Brasileirão. Em entrevista à Rádio Guaíba, o dirigente disse que o gol que gerou pedido de anulação de jogo pelo Vasco, por exemplo, foi legal e minimizou pleitos contra arbitragem.
O Inter, logo que acabou o jogo contra o Vasco, se manifestou pedindo que nenhum fator externo atrapalhasse no jogo de hoje (21), contra o Flamengo. Os colorados manifestaram preocupação e reclamaram do pênalti marcado sobre Cano, que acabou sendo desperdiçado pelo mesmo.
“A preocupação do Inter é a mesma das outras 19 equipes. O torcedor só vê o que é contra ele. É uma conta bancária que só computa contra, nunca a favor. Não existe nada. O torcedor pode ficar tranquilo, isso não existe. Todos reclamam da mesma coisa, mas quem apita é um ser humano”, disse Novelletto.
O Vasco, por sua vez, entrou com pedido de anulação do jogo em razão do primeiro gol do Inter. O lance, concluído por Rodrigo Dourado, não foi verificado com as linhas de impedimento do VAR em razão de uma falha técnica.
“Ficou comprovado que o lance foi legal, recuperaram o lance e foi legal, já temos essas informações. Foi falha da terceirizada. O sistema falha. Eu tive uma empresa e quando a loja estava cheia, caía o sistema. Hoje, de 100% do que o árbitro não via em campo, o VAR vê 99%. Digamos que ele erra uma e acerta 99. Para mim está muito bom”, disse o cartola.
Flamengo e Inter jogam às 16h (de Brasília), no Maracanã. Se vencer, o Inter é campeão brasileiro. Porém, o jogo contra o Vasco ainda está sob avaliação no STJD.
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