Guilherme Costa quebra recorde e Ana Marcela leva prata no Maria Lenk
Depois de uma manhã de poucas emoções, nas eliminatórias, o Troféu Brasil – Maria Lenk contou com mais um recorde sul-americano no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, na noite desta quarta-feira, e mais medalhas para Ana Marcela Cunha e Viviane Junglubt, que já haviam subido ao pódio na maratona de 10km. O mais recente recorde…

Depois de uma manhã de poucas emoções, nas eliminatórias, o Troféu Brasil – Maria Lenk contou com mais um recorde sul-americano no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, na noite desta quarta-feira, e mais medalhas para Ana Marcela Cunha e Viviane Junglubt, que já haviam subido ao pódio na maratona de 10km.
O mais recente recorde sul-americano batido no Maria Lenk foi protagonizado por Guilherme Costa. O nadador do Pinheiros, de apenas 19 anos, impôs a nova marca dos 800 metros livre, superando o recorde anterior, que já era seu. Ele anotou 7min52s54, superando em quatro segundos o tempo que registrara no mês passado – 7min56s19.
“Ontem terça, nos 400m livre, eu errei a estratégia e fui mal. Hoje, quando acordei, pensei: quero ser campeão e bater o recorde, treinei para isso. Graças a Deus deu certo, bati meu próprio recorde e estou muito feliz por isso”, afirmou Costa. Miguel Valente, do Minas Tênis Clube, levou a prata com o tempo de 7min56s18. Bruce Almeida, do Corinthians, faturou o bronze, com 7min59s59.
Campeã dos 400 metros livre, na terça-feira, Viviane Junglubt voltou a brilhar nesta quarta. Desta vez, nos 1.500 metros livre. A nadadora do Grêmio Náutico União levou o ouro com 16min28s56. Junglubt já havia levado a prata na maratona de 10km, no domingo, após chegar em terceiro lugar – ela ganhou um posto no pódio porque a vice-campeã é estrangeira.
“Ainda estou conseguindo conciliar o calendário entre maratona e natação. Espero continuar fazendo isso por muito tempo e acho possível conseguir ir bem nas duas modalidades. Meu objetivo é chegar nos Jogos de Tóquio-2020, mas até lá a gente decide se vai ser na maratona ou na piscina”, comentou Junglubt.
A medalha de prata do 1.500m foi para Ana Marcela Cunha, campeã da maratona disputada na praia de Copacabana. A atleta do Unisanta bateu em segundo lugar com o tempo de 16min43s72. Gabriela Ferreira, do Minas, ficou com o bronze, com 16min49s61.
Outro a se destacar nesta noite de quarta foi Vinícius Lanza, ouro nos 100m borboleta com o melhor tempo da carreira, na terça. Desta vez, o nadador do Minas bateu na frente nos 200m medley com a marca de 1min58s10.
“Tem que ser versátil. É isso que tenho colocado na minha cabeça para ajudar o clube e ser útil à equipe. Isso (nadar provas diferentes) só vai me fazer bem e fico feliz por isso”, declarou o atleta de 21 anos, destaque na natação universitária dos Estados Unidos.
Dois atletas do Pinheiros completaram o pódio: Leonardo Santos levou a prata com 1min59s66, enquanto Caio Pumputis foi o terceiro colocado, com 2min01s02. Mais veloz nas eliminatórias, Brandonn Almeida decepcionou ao ficar somente em quinto lugar na final. No feminino, o ouro ficou com Gabrielle Gonçalves, do Unisanta, com 2min15s45.
Sem pódio nos 200m medley, Brandonn Almeida se recuperou na prova dos 200 metros costas, quando foi bronze, com 2min01s26. O ouro foi para Leonardo de Deus, do Unisanta, com 1min59s27. No feminino, a vitória foi de Andrea Eliana Berrino, do mesmo clube, com 2min13s20.
No revezamento do dia, 4×200 metros livre, a equipe do Minas bateu o recorde do campeonato. Giuliano Rocco, Giovanny Lima, Fernando Scheffer e Miguel Valente venceram a prova com o tempo de 7min13s34. O Pinheiros levou a prata (7min15s09), enquanto o Flamengo, o bronze (7min24s49).
No feminino, o ouro foi para o Pinheiros, de Isabel Fagundes, Manuella Lyrio, Larissa Martins Oliveira e Aline da Silva Rodrigues. Elas completaram a prova em 8min06s74. O Minas chegou em segundo, com 8min10s95, e o Unisanta faturou o bronze, com 8min16s25.
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