História de João Carlos Martins inaugura 45º Festival de Gramado
Luz, câmera, ação – e tapete vermelho. Gramado, que não abre mão do glamour, instituiu a rua coberta pela qual desfilam homenageados e o público para ter acesso ao Palácio dos Festivais. Nesta sexta, 18, o tapete vermelho acolhe o diretor Mauro Lima e sua equipe, que apresentam João, o Maestro. O longa que conta a história de João Carlos…

Luz, câmera, ação – e tapete vermelho. Gramado, que não abre mão do glamour, instituiu a rua coberta pela qual desfilam homenageados e o público para ter acesso ao Palácio dos Festivais. Nesta sexta, 18, o tapete vermelho acolhe o diretor Mauro Lima e sua equipe, que apresentam João, o Maestro. O longa que conta a história de João Carlos Martins faz a abertura oficial do 45º Festival de Cinema Brasileiro e Latino. Até o próximo fim de semana, e a premiação no sábado à noite, 26, a cidade serrana do Rio Grande do Sul abriga esse que já se consolidou como um dos mais tradicionais eventos de cinema do País.
Gramado, em 2017, já começa sob o signo da polêmicas, repetindo Cannes que, em maio, integrou dois filmes da programadora de streaming Netflix em sua programação. O longa, que não será exibido em cinemas, é O Matador, de Marcelo Galvão, na competição brasileira. Gramado também fez alguns ajustes em sua programação e não exibe mais Não Devore Meu Coração!, de Felipe Bragança, que passou na Berlinale, em fevereiro. Também em Berlim estiveram Duas Irenes, de Fábio Meira, e Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, esses confirmados. Muito aguardado é Pela Janela, da estreante Caroline Leone, que depois de integrar a mostra Generation, também em Berlim, venceu o prêmio da crítica em Roterdã.
Os homenageados desta edição serão o animador gaúcho Otto Guerra, que vai receber o troféu Eduardo Abelin, o ator baiano Antonio Pitanga, com o troféu Cidade de Gramado, a atriz e cantora argentina Soledad Villamil, com o Kikito de Cristal, e a atriz paraense Dira Paes, com o troféu Oscarito. A competição internacional contempla sete filmes de dez países – Los Niños, de Maite Alberdi (Chile/Colômbia/Holanda/França); Pinamar, de Federico Godfrid (Argentina); El Sereno, de Oscar Estevez e Joaquín Mauad (Uruguai); Sinfonía para Ana, de Virna Molina e Ernesto Ardito (Argentina); El Sonido de las Cosas, de Ariel Escalante (Costa Rica); La Ultima Tarde, de Joel Calero (Peru); e X500 , de Juan Andrés Arango (Colômbia/Canadá/México).
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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