Renato celebra vaga do Grêmio e explica: ‘Jogamos 180 minutos, o Cruzeiro só 90’
O técnico Renato Gaúcho comemorou a classificação à decisão da Copa do Brasil após o empate do Grêmio por 0 a 0 diante do Cruzeiro, na última quarta-feira, em Porto Alegre. Sua equipe soube jogar com a vantagem de 2 a 0 adquirida no jogo de ida, em pleno Mineirão, e controlou um adversário que chegou a ter bons momentos, mas pouco assustou o…

O técnico Renato Gaúcho comemorou a classificação à decisão da Copa do Brasil após o empate do Grêmio por 0 a 0 diante do Cruzeiro, na última quarta-feira, em Porto Alegre. Sua equipe soube jogar com a vantagem de 2 a 0 adquirida no jogo de ida, em pleno Mineirão, e controlou um adversário que chegou a ter bons momentos, mas pouco assustou o gol de Marcelo Grohe.
“O mais importante é que o Grêmio conseguiu o objetivo de chegar à final. Sabíamos que íamos encontrar um adversário difícil. O Mano armou o time muito bem, mas nós jogamos 180 minutos e o Cruzeiro só 90. Pagou por isso. Jogamos com inteligência o segundo tempo, tivemos uns dois ou três lances. Mas o mais importante é ir à final. Dou os parabéns aos nossos torcedores. Dedico a classificação a eles”, declarou.
Renato fez questão de dedicar a classificação aos jogadores e à torcida e revelou o que disse a seus comandados antes da partida. “Hoje dei a ordem: estavam proibidos de decepcionar o nosso torcedor e seus familiares e chegar sem a vaga no vestiários. Fomos um time aguerrido, que jogou com uma raça muito grande. Após 15 anos, estamos na final de um campeonato nacional. O nosso objetivo é conquistar o título.”
A decisão representa a chance do Grêmio voltar a vencer um campeonato nacional de elite depois de 15 anos, já que o último foi justamente a Copa do Brasil em 2001. E para chegar à final, o clube reviveu seu estilo “copeiro”, sem atuações vistosas, mas de muita entrega e competitividade.
“O Grêmio sempre jogou desta forma, não adianta colocar um futebol diferente. Tem que ter o espírito copeiro, mas precisamos de qualidade técnica. Mas não pode ser só um ou outro. Tem que unir o útil ao agradável. Sem a bola, somos um time copeiro. E com ela, tentamos jogar”, avaliou Renato.
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