Um dia na pele de um pokégamer na RMVale; saiba como foi a experiência
Meon colocou o estagiário para testar o Pokémon Go na chegada ao Brasil












O Pokémon Go estreou nesta quarta-feira (3) no Brasil e já dominou todos os apaixonados pelo desenho que foi destaque no início dos anos 2000. Sem imaginar como seria para capturar os Pokémons, quais pontos de maior presença dos personagens e como conquistar as disputadas insígnias, o Meon colocou o seu estagiário para testar o novo “app game” durante um dia habitual e descobrir, assim, quais os encantos do game que conquistou o mundo.
Ao baixar o aplicativo, a dúvida principal do estudante Marcus Alvarenga era onde estariam os Pokémons, mas ao completar o “login”, ainda na cama, um Charmander já apareceu, sendo o primeiro a ser capturado. No decorrer do caminho iam surgindo outros: um Poliwag na cozinha e um Zubat no ponto de ônibus. A surpresa foi maior ao encontrar um PokéStop em frente ao campus de comunicação da Unitau (Universidade de Taubaté).
Com um limite infinito de Pokebolas, utilizadas para capturar os personagens, o teste poderia ser mais proveitoso, conhecendo outros níveis do jogo e seus utensílios. Para isso, a estratégia foi utilizar o “Incense”. Com o dispositivo, que dura por 30 minutos, diversos Pokémons são atraídos para perto de você.
No percurso entre Taubaté e São José, dentro do ônibus, sem qualquer vergonha e atento para não causar algum acidente no caminho, foram capturados dez personagens. Porém, o que ajudou ainda mais foi transitar próximo aos PokéStops e aos Ginásios de Batalhas.
Em Taubaté, a região entre a entrada principal e a praça Santa Terezinha é um ponto atrativo para os fãs do jogo. Monumentos como o Bandeirante, o Monteiro Lobato, o Jeca Tatu e o Cristo são PokéStops, lugares propícios para encontrar um Pidgey ou Weedle.
A surpresa para o jogador novato foi, ao chegar a São José dos Campos, ver que os símbolos azuis flutuantes, que apontam um PokéStop, dominavam a tela do smartphone. No momento era perceptível que o jogo já havia conquistado o jornalista, que se preocupou mais em caçar Pokémons no percurso até a redação, do que ficar atento a possíveis pautas no decorrer do caminho do ônibus.
O olhos do jovem, como de qualquer fã do Pokémon Go, brilharam ainda mais ao chegar próximo aos parques Santos Dumont e Vicentina Aranha. Ali são os lugares-chave para aumentar a lista do Pokédex, ou seja, aumentar a coleção de Pokémons que cada jogador possui. Também a região oeste, próximos a diversos colégios, não deixam a desejar para a diversão de adolescentes e adultos.
O dia de teste encerra com a mão do estudante “comichando” para o turno terminar o quanto antes e sair pelas ruas atrás de mais Pokémons e, agora, já pronto para batalhar, já que em cerca de oito horas o estagiário já havia alcançado o nível cinco.
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