Primeiros casos do ano de Mpox são registrados no Rio Grande do Sul
Em 2024, o estado teve 21 notificações

O Rio Grande do Sul registrou seus primeiros casos de Mpox em 2025, com a confirmação de quatro ocorrências até esta sexta-feira (7). O primeiro caso foi detectado em Lajeado, cidade localizada a cerca de 113 km da capital, Porto Alegre, seguida por mais três registros em Porto Alegre e Pelotas.
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Em 2024, o estado gaúcho teve 21 casos da doença. A nível nacional, o Ministério da Saúde reportou até setembro de 2024 um total de 706 casos e 16 mortes em decorrência da Mpox. São Paulo foi o estado com maior número de notificações, com 427 casos registrados, representando quase metade dos registros do país.
A principal forma de transmissão da Mpox é pelo contato direto com lesões cutâneas, secreções respiratórias ou objetos contaminados, como roupas de cama e toalhas. A doença também pode ser transmitida verticalmente, da mãe para o bebê, durante a gestação ou no momento do parto.
Os sintomas iniciais surgem entre 3 e 16 dias após a exposição ao vírus, podendo se estender até 21 dias. A febre, mal-estar, dores de cabeça, cansaço e dores musculares são comuns. Além disso, o aumento dos gânglios linfáticos e o aparecimento de lesões cutâneas, que podem ser bolhosas ou planas e conter líquido claro ou amarelado, são sinais característicos da doença.
As principais orientações de prevenção incluem o isolamento de pacientes infectados e de pessoas suspeitas, o monitoramento de contatos próximos, além do uso de equipamentos de proteção como máscaras, tanto por profissionais de saúde quanto por cuidadores.
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