Ataque a revista em Paris deixa pelo menos 12 mortos

Pelo menos dez pessoas foram mortas depois de homens armados terem atacado o escritório da revista satírica Charlie Hebdo nesta quarta-feira, em Paris, informou um policial. Os homens abriram fogo contra o estúdio da publicação com rifles automáticos AK-47 antes de fugirem do local, revelou a fonte. Em 2011 houve um incêndio no escritório…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
fundo_placeholder-023136
20150107_Cartunistas revista francesa_(Montagem/Wikimedia Commons/FotorCreated)

Ataque terrorista a revista em Paris deixa pelo menos 12 mortos

Montagem/Wikimedia Commons/FotorCreated

Pelo menos doze pessoas foram mortas depois de homens armados terem atacado o escritório da revista satírica Charlie Hebdo nesta quarta-feira (7), em Paris, informou um policial. Os homens abriram fogo contra o estúdio da publicação com rifles automáticos AK-47 antes de fugirem do local, revelou a fonte. Os autores dos disparos teriam dito “Vamos vingar o profeta”.

Em 2011 houve um incêndio no escritório da revista horas antes de uma edição especial da publicação semanal com o profeta Maomé ir às bancas. A representação de Maomé é inaceitável para os muçulmanos.

Segundo Luc Poignard, funcionário do sindicato dos policiais de Paris, os homens que realizaram o ataque deixaram o local em dois veículos.

A presidente Dilma Rousseff (PT) condenou, em nota, o ataque ao escritório da revista satírica Charlie Hebdo.

“Esse ato de barbárie, além das lastimáveis perdas humanas, é um inaceitável ataque a um valor fundamental das sociedades democráticas – a liberdade de imprensa”, disse a presidente Dilma Rousseff, em nota encaminhada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Dilma disse que tomou conhecimento do “sangrento” e “intolerável atentado terrorista” com “profundo pesar” e “indignação”.

“Nesse momento de dor e sofrimento, desejo estender aos familiares das vítimas minhas condolências. Quero expressar, igualmente ao Presidente Hollande e ao povo francês, a solidariedade de meu governo e da nação brasileira”, diz na nota a presidente.

Publicado em: