Jornalista que simulou própria morte usou sangue de porco em maquiagem

Arkadi Babchenko simulou a própria morte com ajuda das forças de segurança ucranianas para revelar um complô russo para assassiná-lo

Escrito por: Conteúdo Estadão1 min de leitura
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Jornalista russo Arkady Babchenko fala durante coletiva de imprensa realizada pelo serviço de segurança ucraniano, em Kiev

Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko


Para simular a morte do jornalista russo Arkadi Babchenko agentes secretos ucranianos usaram sangue de porco para parecer que era o dele, fizeram disparos em sua camiseta e até mesmo o levaram ao necrotério.

O jornalista revelou na quarta-feira, 30, que o serviço secreto simulou sua morte para tentar capturar quem realmente pretendia assassiná-lo.

Um dos mais conhecidos jornalistas russos e um duro crítico do Kremlin, Babchenko, de 41 anos, deixou a Rússia em fevereiro de 2017 por causa de ameaças de morte. Um mês atrás, agentes ucranianos o procuraram dizendo que havia um complô para assassiná-lo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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