Museu Nacional tem novo diretor no ano do bicentenário
No ano em que comemora o seu bicentenário, o Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem novo diretor. O paleontólogo Alexander Kellner tomou posse hoje (7) em cerimônia reservada no gabinete da vice-reitora da universidade, professora Denise Fernandes Lopez Nascimento. Kellner, que estará à frente do museu no quadriê

No ano em que comemora o seu bicentenário, o Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem novo diretor. O paleontólogo Alexander Kellner tomou posse hoje (7) em cerimônia reservada no gabinete da vice-reitora da universidade, professora Denise Fernandes Lopez Nascimento.
Kellner, que estará à frente do museu no quadriênio 2018/2021, foi o vencedor, com 63,72% dos votos, da consulta realizada em setembro passado junto ao corpo social da instituição. A nova direção conta ainda com os professores Cristiana Serejo (vice- diretora), Luiz Fernando Dias Duarte (diretor adjunto técnico-científico), Lygia Dolores Ribeiro de Santiago Fernandes (diretora adjunta de Ensino) e o museólogo Wagner William Martins (diretor adjunto administrativo).
As atividades em comemoração aos 200 anos do Museu Nacional, criado por Dom João VI em 6 de junho de 1818, e a revitalização da instituição estão entre as prioridades do novo diretor. “Por que a população brasileira não pode ter um museu de história natural de grande porte, bacana como nos outros países? Por que só a elite pode viajar pra fora e ver esses museus fantásticos? Não há justificativa”, disse Kellner.
Há 20 anos no Museu Nacional, Alexander Kellner foi chefe de Departamento de Geologia e Paleontologia e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Zoologia. Atualmente é professor titular da instituição e membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC).
Primeiro museu do Brasil, a instituição hoje vinculada à UFRJ é também a mais antiga do país nas áreas de História Natural e Antropologia. Desde 1892 o Museu Nacional está sediado no Paço de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio. O palácio foi a residência oficial da família imperial até a Proclamação da República, em 1889.
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