No geral, Cruze é bom. Já o câmbio…

Lançado no país em 2011, o Chevrolet Cruze caiu nas graças do brasileiro. Tanto que ele foi o terceiro sedã médio mais vendido de janeiro a março.

Escrito por: Ícaro Bedani2 min de leitura
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Novo estilo do Cruze vai ser revelado ainda este mês, no salão de Pequim

Divulgação

Lançado no país em 2011, o Chevrolet Cruze caiu nas graças do brasileiro. Tanto que ele foi o terceiro sedã médio mais vendido de janeiro a março.

Então, por que ele ficou em penúltimo lugar neste comparativo? O Cruze tem ótima relação custo-benefício, mas apenas nas versões mais baratas. No caso da topo de linha, LTZ, tabelada a R$ 85.890, o Chevrolet perde feio para os rivais.

Por outro lado, os custos de seguro e manutenção são mais em conta que os do Corolla, por exemplo. No entanto, ele não é espaçoso nem moderno como o Toyota.

Sua primeira reestilização será revelada neste mês, no Salão de Pequim.

O Cruze tem posição de dirigir com pegada mais esportiva que a do Corolla. O motorista pode ficar lá embaixo, bem perto do chão Porém, o concorrente é mais confortável, principalmente no trânsito intenso.

Outro ponto negativo do Cruze é o câmbio automático de seis marchas – sem hastes para trocas manuais no volante. Suas respostas poderiam ser mais sutis. Bastaria mudar o escalonamento. O motor 1.8 flexível de 144 cv vai melhor no sedã com câmbio manual.

O porta-malas, de 450 litros, é 30 litros menor que o do campeão do comparativo. Chevrolet vem completo e trata bem seus ocupantes. Mesmo prestes a ter o visual atualizado, sedã continua atraindo olhares nas ruas.

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