O amor sem fim de ‘Ghost’, às 21h30, no Paramount
Erotismo é uma forma de estimular os sentidos, mas sem apresentar o sexo de forma explícita, e nesse sentido é bem diferente da pornografia. Erotismo nem precisa de gente na cama, com gestos provocantes. Pode até ser, e muitas vezes é, uma coisa delicada, suave. Basta lembrar de Ghost – Do Outro Lado da Vida, que passa hoje no Paramount, às…

Erotismo é uma forma de estimular os sentidos, mas sem apresentar o sexo de forma explícita, e nesse sentido é bem diferente da pornografia. Erotismo nem precisa de gente na cama, com gestos provocantes. Pode até ser, e muitas vezes é, uma coisa delicada, suave. Basta lembrar de Ghost – Do Outro Lado da Vida, que passa hoje no Paramount, às 21h30. Patrick Swayze coloca-se atrás de Demi Moore e coordena os movimentos das mãos dela, que mexem no barro. O som ajuda: Unchained Melody, de Alex North. A sessão de modelagem entrou para a história.
Ghost fez grande sucesso em 1990. Whoopi Goldberg ganhou o Oscar de coadjuvante pelo papel da vidente Oda, e, para falar a verdade, não a performance, mas a personagem, provocou polêmica. Seria um estereótipo de afro-americana ligada ao vodu. Na história, Demi e Swayze são apaixonados. Há um assalto, ele leva um tiro e acorda num lugar estranho.
Está morto, o que é raro numa comédia romântica. Matar, de cara, o galã. Swayze descobre que o assalto era um plano de assassinato armado pelo falso amigo, e agora Molly/Demi está em perigo. Swayze busca um meio de se comunicar com ela – através de Whoopi, claro. Lindamente interpretado, o filme foi um estouro.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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