Poema: Sociedade Limitada
A ferocidade da alienação coletiva.
Escrito por: Bruna Almeida Scolastrici, Carolina Quadros Motta Bastos e Lívia Antoniazzi1 min de leitura

Seu início foi o fim do homem.
Quem o temia ainda o teme;
quem não o teme, não se pertence.
Mestre da vida, ditador da ação
Penso que o tenho no bolso,
mas você me tem em sua mão.
Bocas famintas silenciadas,
deixa em seu rastro miséria e mãos calejadas.
Não obstante me perco,
nesses solitários devaneios,
enquanto me vejo pintando
os mesmos repetidos receios.
Espelho fúnebre da irrealidade,
a morte é apenas casualidade.
Não espero ainda a salvação,
pois sei que neste mundo viverei em vão.
E se, em covardia, tenho
a esperança de um novo dia,
jamais acordarei dessa noite sombria.
Com supervisão de Yeda Vasconcelos, jornalista do Meon Jovem.

Bruna Almeida Scolastrici, Carolina Quadros Motta Bastos e Lívia Antoniazzi
3º ano do ensino médio - Colégio Embraer Juarez Wanderley - São José dos Campos
