Poema: Sociedade Limitada

A ferocidade da alienação coletiva.

Escrito por: Bruna Almeida Scolastrici, Carolina Quadros Motta Bastos e Lívia Antoniazzi1 min de leitura
fundo_placeholder-023136

Seu início foi o fim do homem.

Quem o temia ainda o teme;

quem não o teme, não se pertence.

Mestre da vida, ditador da ação

Penso que o tenho no bolso,

mas você me tem em sua mão.

Bocas famintas silenciadas,

deixa em seu rastro miséria e mãos calejadas.

Não obstante me perco,

nesses solitários devaneios,

enquanto me vejo pintando

os mesmos repetidos receios.

Espelho fúnebre da irrealidade,

a morte é apenas casualidade.

Não espero ainda a salvação,

pois sei que neste mundo viverei em vão.

E se, em covardia, tenho

a esperança de um novo dia,

jamais acordarei dessa noite sombria.

Com supervisão de Yeda Vasconcelos, jornalista do Meon Jovem.   

Bruna Almeida Scolastrici, Carolina Quadros Motta Bastos e Lívia Antoniazzi
Bruna Almeida Scolastrici, Carolina Quadros Motta Bastos e Lívia Antoniazzi

3º ano do ensino médio - Colégio Embraer Juarez Wanderley - São José dos Campos

Tags:Meon JovemPublicado em:

Posts Relacionados