Polícia procura quem matou mulher em Lorena

A Polícia Civil segue em busca do assassino de uma mulher, de 35 anos, encontrada, na estrada do Campinho, próximo a área conhecida como Ronco e do campus da USP (Universidade de São Paulo), na zona rural de Lorena, por volta das 17h, de quarta-feira (30). Ainda não há suspeita do autor do assassinato.

Escrito por: Thiago Rocha2 min de leitura
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A Polícia Civil segue em busca do assassino de uma mulher, de 35 anos, encontrada, na estrada do Campinho, próximo a área conhecida como Ronco e do campus da USP (Universidade de São Paulo), na zona rural de Lorena, por volta das 17h, de quarta-feira (30). Ainda não há suspeita do autor do assassinato. O corpo da vítima, localizado por um fazendeiro, apresentava sinais de violência física. O caso foi registrado pela Polícia Militar como homicídio.

A mulher foi encontrada vestindo calça jeans e apenas um tênis branco, sem blusa. Até o início da madrugada de quinta-feira (1º), a polícia ainda não havia confirmado se a vítima tinha sido violentada sexualmente. “Isso só poderá ser detectado pelo IML (Instituto Médico Legal) de Guaratinguetá, para onde o corpo foi encaminhado e será periciado”, explicou o delegado Homero Vilela Vieira.

A bolsa dela, que continha os documentos pessoais e os cartões de crédito, foi localizada em outra região da cidade e entregue para a Polícia Militar. Já o celular, que segundo a família, foi comprado recentemente, não foi encontrado. Familiares da mulher, entre elas uma irmã, estiveram no Distrito Policial, da Vila Geny, onde prestaram depoimentos.

Ainda de acordo com o Vilela, o crime pode ter acontecido quando a mulher seguia para o trabalho. “Ela saiu de casa para ir trabalhar, por volta das 5h30, quando pegaria o ônibus no Cidade Industrial, para entrar no turno das 6h, na Orica (fábrica de explosivos), quando sumiu. O assassino pode ter vários motivos para ter cometido do crime: como ato de violência sexual, ou até mesmo, já tinha premeditado anteriormente a ação criminal. As circunstâncias da execução serão investigadas. Como ela tinha um ferimento no rosto avalio, que de alguma forma, foi atingida por uma pedra antes de ser morta”, contou o delgado.

A operadora de máquinas era separada, deixou dois filhos, um menino de oito anos e uma adolescente de 15 anos.

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