Revestimentos em 3D é tendência na arquitetura
Em ambientes grandes ou pequenos é possível ter volumes e praticidade para fazer com que a ‘mesmice’ fique totalmente fora de cogitação em qualquer espaço

Os revestimentos em 3D são tendência na arquitetura para movimentar os ambientes e fazer com que a ‘mesmice’ fique totalmente fora de cogitação em qualquer espaço.
Práticos, os revestimentos em 3D podem ser em papel de parede mas a versão em gesso, pedra, madeira, azulejo, entre outros materiais que oferecem o toque, é mais ousada, elegante e elimina a preocupação com móveis arrojados.
“Não existem limitações para a utilização destes revestimentos. São inúmeros formatos, cores e tamanhos que tornam cada escolha única. Eles se adaptam em salas, quartos, banheiros, cozinhas e áreas externas proporcionando movimento e profundidade, uma ótima alternativa que substitui os tradicionais papéis de parede”, afirma o arquiteto Eduardo Coutinho.

De acordo com o profissional, trabalhar com 3D significa ter a possibilidade de aliviar o espaço em relação à qualidade de móveis, pois eles oferecem o efeito de volumetria sem comprometer circulação do local.
“Para ambientes grandes ou pequenos a sensação oferecida será a mesma. O espaço cresce e ganha destaque como se a parede estivesse em movimento. Uma dica para quem mora em apartamentos pequenos é usar esse tipo de material em tons claros. Isso fará com que o espaço fique ainda maior e aconchegante”, diz ele.
Já a arquitetura Mariana Lobos ressalta que tons escuros oferecem amplitude e limpam o ambiente dando destaque ao mobiliário.

“É importante levar em consideração, também, o tamanho e a iluminação do ambiente, pois quanto menor ou mais escuro, mais suaves devem ser os movimentos 3D para não ficar cansativo. O material é vendido em placas e pode ser montado nas paredes de qualquer cômodo da casa. É preciso apenas tomar cuidado de não sobrecarregar o ambiente. Mantenha tudo clean, dessa forma o revestimento vai receber a atenção que merece, sem ficar sem graça ou exagerado”, conclui Mariana.
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