River Plate bate San Lorenzo pela 2ª vez e é campeão da Recopa Sul-Americana
O River Plate conquistou nesta quarta-feira, pela primeira vez em sua história, o título da Recopa Sul-Americana. Atual campeão da Copa Sul-Americana, o time fez o clássico argentino contra o San Lorenzo, vencedor da última edição da Copa Libertadores, e venceu por 1 a 0, em pleno estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires. Na ida, na sexta…

O River Plate conquistou nesta quarta-feira, pela primeira vez em sua história, o título da Recopa Sul-Americana. Atual campeão da Copa Sul-Americana, o time fez o clássico argentino contra o San Lorenzo, vencedor da última edição da Copa Libertadores, e venceu por 1 a 0, em pleno estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires. Na ida, na sexta passada, já havia ganhou pelo mesmo placar, no Monumental de Núñez.
O título coroa uma temporada de 2014 quase que perfeita para o River Plate, comandado pelo ex-jogador e agora técnico Marcelo Gallardo. Após passar pelo purgatório de ter sido rebaixado à segunda divisão nacional em 2011, o time se reergueu e no ano passado conquistou os títulos do Torneio Clausura do Campeonato Argentino, que o classificou à Libertadores de 2015, e da Copa Sul-Americana, além do vice no Torneio de Transição no semestre passado.
Este é o primeiro título da Recopa Sul-Americana do River Plate em três tentativas. Antes, perdeu a decisão para Vélez Sarsfield, em 1997, e Cruzeiro, em 1998. Já o San Lorenzo segue sem títulos em duas finais – a outra foi em 2003 para o Olimpia, do Paraguai.
A conquista do River Plate interrompe uma sequência de quatro títulos consecutivos de clubes brasileiros. Ela havia começado em 2011 com o Internacional, seguida por Santos (2012), Corinthians (2013) e Atlético Mineiro (2014). Agora, os times argentinos possuem 7 taças, contra 9 do Brasil.
Em campo, o jogo foi muito equilibrado e com forte marcação de ambos os lados. O gol da vitória foi marcado por Carlos Sanchez, aos 16 minutos do segundo tempo. A esta altura, o San Lorenzo precisava marcar três gols e foi ajudado pela expulsão de Funes Mori, aos 36. Só que a pressão não deu certo e os donos da casa ainda tiveram o cartão vermelho de Buffarini, já nos acréscimos, antes do apito final e da festa do rival em seu estádio.
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