Ciclistas reclamam da falta de conscientização de motoristas em Pinda

Pinda conta com 30 quilômetros de ciclofaixas que ligam bairros ao Centro Lígia Pimenta/Jornal Atos Para melhorar o trânsito, a Prefeitura de Pindamonhangaba iniciou a implantação de ciclofaixas pelas ruas da cidade. Até o momento, foram delimitados 30 quilômetros de faixas que ligam os principais polos residenciais a região central da cidade. O projeto é […]

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
fundo_placeholder-023136
18/9/2014 - Ciclistas utilizam ciclofaixas em Pindamonhangaba (Lígia Pimenta/Jornal Atos)

Pinda conta com 30 quilômetros de ciclofaixas que ligam bairros ao Centro

Lígia Pimenta/Jornal Atos






Para melhorar o trânsito, a Prefeitura de Pindamonhangaba iniciou a implantação de ciclofaixas pelas ruas da cidade. Até o momento, foram delimitados 30 quilômetros de faixas que ligam os principais polos residenciais a região central da cidade.

O projeto é baseado na Política Nacional de Mobilidade Urbana, em vigor desde janeiro de 2012, com o objetivo de fazer a integração entre os diferentes meios de transportes. Pretende melhorar a mobilidade das pessoas e cargas no tráfego. Segundo informou a prefeitura, é realizado de forma gradativa.

Para a professora Sandra Marques Soares, de 53 anos, as ciclofaixas são um grande benefício, já que proporciona mais segurança para os ciclistas. “Achei ótimo, facilitou bem, pois não tínhamos como circular entre os carros”.

Segundo o aposentado José Rodrigues de Castro, de 59 anos, as ciclofaixas trazem benefícios para os ciclistas, mas falta conscientização dos motoristas e motociclistas, que muitas vezes estacionam nas vias reservadas às bicicletas. Ele também reclamou que não há um local seguro para deixar o veículo. “Falta lugar para amarrar as bicicletas, parei a minha no poste porque não achei um local adequado”.

De acordo com a autônoma Julia Rodrigues, de 47 anos, as ciclofaixas deixam o percurso mais seguro, mas ela também ressaltou a falta de organização pelas ruas. “Andando na região central, a gente vê muitas bicicletas amarradas aos postes e placas de sinalização”.

Publicado em: