Segunda geração do Audi Q7 virá em outubro

A mais nova máquina tecnológica da Audi chega ao Brasil

Escrito por: Thiago Lasco3 min de leitura
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AidiQ7_divulgação

A mais nova máquina tecnológica da Audi chega ao Brasil

Divulgação

A ordem dos novos tempos é emagrecer, e no mundo automotivo o desafio é deixar os carros mais leves e, consequentemente, mais eficientes e rápidos. E é isso que a Audi fez com o Q7, cuja nova geração chegará ao Brasil em outubro. O preço não foi revelado, mas deverá ser maior do que o do atual, que parte de R$ 320.990.

O utilitário-esportivo feito em Bratislava (Eslováquia) ficou 325 kg mais “magro”, graças ao uso de materiais leves. O alumínio, por exemplo, está em 40% das peças do carro.

Aliado à atualizações na mecânica, o jipão ficou 0,7 segundo mais rápido. A versão com motor V6 3.0 de 333 cv a gasolina agora pode acelerar de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos e chegar a 250 km/h (nesse caso o ganho foi de 7 km/h). O consumo foi reduzido em 28%.

No visual, a grade dianteira foi redesenhada e tem moldura de alumínio que se estende até os faróis. As lanternas traseiras foram reestilizadas e a lateral traz novos vincos.

Estreando a segunda geração da plataforma MLB, para carros com motor longitudinal – que será usada nos futuros Audi A4, A5 e A8, VW Touareg, Porsche Cayenne e Bentley Bentayga – o Q7 está 3,7 cm mais curto e 1,5 cm mais estreito, mas ganhou em espaço interno: 2,1 cm entre as duas primeiras filas de bancos e 4,1 cm para a cabeça do motorista.

Por dentro a renovação foi radical. O destaque é o painel de instrumentos que, assim como no TT, traz tela de alta definição de 12,3 polegadas.

Na versão de topo, há dois tablets removíveis na segunda fila de bancos, com tela de 10,1″ e funções de rádio e navegação, ligados à central multimídia, além de controles individuais do ar-condicionado.

O acabamento é caprichado. O revestimento em dois tons tem sete opções de cores, detalhes de madeira e alumínio e bancos de couro ou Alcantara – os dianteiros têm climatização e massageador.

O novo Q7 é muito bom de guiar. Oferece rodar macio, as trocas de marcha são suaves e o motor, silencioso, responde rápido quando solicitado.

A direção é precisa e direta. Além de ser 5 cm mais baixo, o jipe tem rodas direcionais – as traseiras giram até 1 grau na mesma direção da manobra.

A calibragem da suspensão agrada e é possível ajustar as respostas do carro ao gosto do motorista. Há quatro opções.

A Audi não revelou quais versões venderá no Brasil. Mas é quase certo que terão itens como “cockpit virtual”, os tablets e o som da Bang & Olufsen.

Em um segundo momento poderá haver uma opção com motor menor. A versão a diesel não está nos planos para o País.

FICHA TÉCNICA

Motor
3.0, V6, 24V, compressor, gas.

Potência (cv)
333 de 5.500 a 6.500 rpm

Torque (mkgf)
44,9 de 2.900 a 5.300 rpm

Câmbio
Automático, 8 marchas

Comprimento
5,05 metros

Porta-malas
890 litros (com cinco lugares)

TECNOLOGIA
Quadro de instrumentos personalizável e sistemas de segurança ativa são alguns dos destaques do utilitário.


ESTILO
Arrojo do interior da cabine e das soluções tecnológicas não se reflete na parte externa, de linhas mais conservadoras.

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