Suspeito de torturar e matar policial civil é preso em Monteiro Lobato

A Polícia Militar prendeu na noite desta sexta-feira (26) o principal suspeito da morte do policial civil Alessandro Rodolfo de Alvarenga, o Cadu, 44 anos, ocorrido no dia 16 em São José dos Campos. O acusado estava escondido em uma casa no bairro dos Souzas, em Monteiro Lobato, e foi localizado com o auxílio de denúncias. […]

Escrito por: Max Ramon2 min de leitura
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A Polícia Militar prendeu na noite desta sexta-feira (26) o principal suspeito da morte do policial civil Alessandro Rodolfo de Alvarenga, o Cadu, 44 anos, ocorrido no dia 16 em São José dos Campos.

O acusado estava escondido em uma casa no bairro dos Souzas, em Monteiro Lobato, e foi localizado com o auxílio de denúncias.

Ele foi encaminhado ao plantão do 1º DP (Distrito Policial) de São José, onde prestou depoimento e permaneceu preso. O suspeito deverá ser transferido para o CDP (Centro de Detenção Provisória).

Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por uma dívida de R$ 18 mil do acusado com Alvarenga. O suspeito era amigo da vítima.

O crime

O corpo de Alessandro Rodolfo de Alvarenga foi encontrado dentro de um galpão na zona sul de São José no dia 18. Ele teria sido torturado antes da execução com quatro tiros.

Segundo a Polícia Civil, duas mulheres presas no dia em que o corpo foi encontrado confessaram participação no crime. Elas teriam sido contratadas pelo autor do crime para atrair Alvarenga até um motel da cidade, onde o policial foi dopado. Em seguida, esperaram o homem preso nesta sexta-feira que, segundo a versão da polícia, matou a vítima.

As investigações apontam que o autor do crime era amigo de Alvarenga e teria contraído um empréstimo de R$ 18 mil da vítima. O policial estaria cobrando o pagamento desse empréstimo, o que teria sido a motivação para o crime.

As mulheres presas foram soltas um dia depois. Segundo o TJ (Tribunal de Justiça do Estado), a liberdade foi decretada porque não se verificou no caso “uma situação de flagrante pelos critérios previstos no Código de Processo Penal”. “O Promotor de Justiça requereu o relaxamento do flagrante, por entender ausentes os seus requisitos”, informou a Corte.

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Acusado estava foragido havia dez dias

Divulgação/Polícia Civil

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