Toro mais barata, só automática
Nova picape da Fiat completa e com sistemas tecnológicos atualizados Nome do fotógrafo Por enquanto, a Fiat não vai oferecer câmbio manual para a Toro com motor 1.8 flexível. A versão Freedom, de entrada na linha, vem de série com a caixa automática de seis marchas. A picape tem controle de tração e estabilidade, direção […]


Nova picape da Fiat completa e com sistemas tecnológicos atualizados
Nome do fotógrafo
Por enquanto, a Fiat não vai oferecer câmbio manual para a Toro com motor 1.8 flexível. A versão Freedom, de entrada na linha, vem de série com a caixa automática de seis marchas.
A picape tem controle de tração e estabilidade, direção com assistência elétrica, ar-condicionado (manual), assistente de saída em rampa, controlador de velocidade de cruzeiro, computador de bordo, som com Bluetooth e sensor de obstáculos, entre outros. Rodas de liga leve são opcionais.
Diesel
O motor a diesel será oferecido nas versões Freedom (com câmbio manual) e Volcano, com o automático de nove marchas. A versão de topo acrescenta tração 4×4, assistente de descida em rampa, câmera na traseira, ar-condicionado automático com duas zonas de temperatura, central multimídia com tela de 5 polegadas e faróis de neblina com iluminação auxiliar de curvas, entre outros.
Entre os opcionais há teto solar, chave presencial (keyless), air bags laterais, de cortina e joelho e bancos revestidos parcialmente de couro – o do motorista tem ajustes elétricos.
Duster Oroch tem bom custo-benefício
No caminho que liga São Paulo a Campinas, a Duster Oroch foi se revelando. As linhas são agradáveis e transmitem robustez. E o motor 2.0 16V de até 148 cv garante boa agilidade à picape. Graças também ao câmbio manual de seis marchas (com relações curtas), essa Renault é rápida nas arrancadas.
A cabine é confortável, mas o isolamento acústico deixa passar ruídos provenientes da suspensão e até das trocas de marchas. Essa é uma características dos modelos da família (Duster, Sandero e Logan).
Outro sintoma desses carros, e presente também na Oroch, é a imprecisão do marcador digital de combustível. Quando a última barrinha se apagou e o computador de bordo indicava autonomia “zerada”, paramos no posto e o frentista colocou apenas 41,4 litros no tanque, que tem capacidade para 50 litros. Ou seja, excesso de alerta para um reservatório que ainda estava com quase 20% da capacidade. Aliás, o tanque é pequeno para um motor com tanta sede (fez menos de 7 km/l na cidade, com etanol).
Para um carro lançado há pouco tempo, chama a atenção haver parafusos oxidados no fundo dos porta-copos. Uma outra forma de fixação do suporte poderia evitar o surgimento de ferrugem. Além de o puxador da porta traseira não ser prático, o apoio de cabeça do banco do motorista do carro avaliado estava se soltando. O melhor da Oroch é o custo-benefício.
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