Câmara de Taubaté aprova projeto para proibição da utilização do ‘gênero neutro’ em escolas

Projeto foi aprovado em primeira votação, mas ainda depende de segunda análise em Plenário e sanção do prefeito para que se torne lei

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Nesta terça-feira (16), a Câmara de Taubaté aprovou o projeto de lei 194/2021, que proíbe instituições de ensino público e privado de utilizarem as formas de flexão da língua portuguesa de gênero neutro.

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O projeto, de autoria dos vereadores Boanerge (PTB), Alberto Barreto (PRTB) e Vivi da Rádio (Republicanos), estabelece “medidas para o aprendizado de acordo com a norma culta e orientações de ensino”.

A proibição também é válida para bancas examinadoras de seleções e concursos públicos municipais e se estende a linguagem de sinais.

Conforme o projeto, “violação da norma, em instituições de natureza pública, acarretará sanções aos servidores responsáveis, após denúncia formulada à Corregedoria do Município”.

Em instituições privadas, o descumprimento acarretará em advertência e, no caso de reincidência, suspensão do alvará de funcionamento do estabelecimento.

Segundo os autores, “este projeto é apresentado em resposta a insistentes tentativas de imposição de reconhecimento de um terceiro gênero, o neutro, ao lado dos gêneros masculino e feminino. A justificativa seria a inclusão de pessoas que não se identificam com nenhum dos dois gêneros ou, no caso do plural, para se referir a ambos de modo neutro. A adoção da denominada ‘linguagem neutra’ é uma forma de distorcer a realidade, trazendo na forma da linguagem a ideologia de gênero para dentro das escolas, e que, no fundo, tem como objetivo principal provocar caos amplo e generalizado nos conceitos linguísticos para que, em se destruindo a língua, se destrua a memória e a capacidade crítica das pessoas”.

Aprovado em primeira votação, a proposta depende de segunda análise em Plenário e sanção do prefeito, para que se torne lei.

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