Campi São José e Guaratinguetá aderem à greve da Unesp

Nos campi de São José dos Campos e de Guaratinguetá da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo), funcionários e alunos aderiram à greve dos professores das universidades estaduais, paralisados desde sexta-feira em diferentes regiões do Estado.

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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Nos campi de São José dos Campos e de Guaratinguetá da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo), funcionários e alunos aderiram à greve dos professores das universidades estaduais, paralisados desde sexta-feira em diferentes regiões do Estado.

Trabalhadores reclamam da decisão da reitoria de brecar reajuste salarial

Os trabalhadores reclamam da decisão do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais em não reajustar os salários para este ano. A alegação do conselho é de que os recursos repassados pelo governo não são suficientes para bancar o aumento.

Em São José dos Campos, a greve foi estabelecida após assembleia ocorrida na sexta-feira (23). No Campus, alunos e servidores já aderiram. Quanto à classe de professores, outra assembleia será realizada nesta quinta-feira (29) para definir qual será a posição da categoria.

“Estamos promovendo atividades de mobilização para angariar mais adeptos à greve. A justificativa dos reitores é inaceitável”, afirma a diretora da base do Sintunesp (Sindicato dos Trabalhadores da Unesp) de São José dos Campos, Beatriz Galvão.

O Campus São José da Universidade conta com os cursos de Odontologia e Engenharia Ambiental e conta com 100 professores e 150 funcionários.

“Na verdade, nossa agenda é muito maior. Pedimos mais contratação de funcionários, melhores condições de trabalho, assim como um número maior de vagas para estudantes”, comenta.

Já em Guaratinguetá, as paralisações acontecem desde segunda-feira (26), pelo mesmo motivo. Ainda não há previsão de retorno às atividades normais.

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