Construções de 166 casas não saem do papel em São Sebastião

A construção de 166 casas populares em São Sebastião anunciadas em julho de 2013 pelo prefeito Ernane Primazzi e o ex-secretário de Habitação do Estado Silvio Torres, ainda não saiu do papel.

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Prefeitura de São Sebastião anunciou início das obras de casas populares

Divulgação/PMS

A construção de 166 casas populares em São Sebastião anunciadas em julho de 2013 pelo prefeito Ernane Primazzi e pelo ex-secretário de Habitação do Estado, Silvio Torres, ainda não saiu do papel.

As moradias foram destinadas para o bairro Jaraguá, na área da Fazenda Três Poderes, por meio de contrato assinado com a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano). O início das obras foi prometido para dezembro de 2013, mas até o momento nada foi feito.

“Estou pedindo explicações sobre o atraso das obras ao governo de São Paulo e para a administração municipal. É inadmissível esse atraso, foi prometido e até agora nada”, diz a vereadora Solange Ramos (PROS).

Solange ainda ressalta que a prefeitura precisa ter mais empenho e cobrar posicionamento do CDHU. “Ninguém tem informação sobre as obras, anunciaram e deixaram de lado. Precisa ser fiscalizado”.

A Prefeitura de São Sebastião afirma que não tem informações sobre o processo de construção das moradias, pois isso é responsabilidade da Secretaria de Habitação do Estado. Por meio de sua assessoria de imprensa, o governo Primazzi confirma que estão em análise terrenos na costa norte e sul da cidade, junto ao CDHU.

Outro lado
Em nota ao Meon, a CDHU informa que a companhia tem programada a construção das 166 moradias do empreendimento em São Sebastião e que o terreno está em fase final de desapropriação, além do processo de licitação, que está em andamento para contratar a empresa. Questionada sobre o início das obras, a pasta não comentou o assunto.

A assessoria de imprensa da companhia, ainda informa que a prefeitura indicou 15 terrenos localizados na Costa Norte e Sul, sendo que quatro deles foram considerados inadequados e dez estão em análise técnica para verificar a viabilidade das áreas para construção de outras moradias.

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