Depois de atraso, Taubaté efetua pagamento das férias de professores

Ortiz Junior paga férias dos professores municipais Flávio Pereira/Meon Após críticas de professores municipais nas redes sociais, a Prefeitura de Taubaté realizou nesta terça-feira (6) o pagamento das férias. Segundo a administração, o montante total de R$ 4 milhões, que foi dividido em cerca de 1.600 profissionais, foi depositado na segunda-feira (5). Os professores criticaram […]

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Ortiz Junior paga férias dos professores municipais

Flávio Pereira/Meon

Após críticas de professores municipais nas redes sociais, a Prefeitura de Taubaté realizou nesta terça-feira (6) o pagamento das férias. Segundo a administração, o montante total de R$ 4 milhões, que foi dividido em cerca de 1.600 profissionais, foi depositado na segunda-feira (5).

Os professores criticaram os atrasos no pagamento. De acordo com eles, a verba deveria estar disponível no fim de dezembro. O governo Ortiz Junior (PSDB) rebate as acusações e afirma que não houve atraso.

“A Prefeitura de Taubaté esclarece que há um equívoco em relação à  informação de atraso do pagamento de férias dos professores da rede  pública municipal. Cerca de 1.600 professores, estatutários e  estatutários substitutos, receberam nesta terça-feira, o pagamento  de suas férias”, informa a nota da assessoria de imprensa.

No ano anterior, as férias tinham sido pagas em dezembro. Para o pagamento atual, a prefeitura afirma que não houve a intenção de adiantar o processo.

“Não houve, por parte da Administração nenhuma menção em adiantar o  pagamento. Em 2013 o pagamento foi processado ainda em dezembro, sendo  efetuado antes do prazo que é 31 de janeiro”.

Barreiras
O governo tucano vive um momento delicado com os professores da rede municipal. Em novembro de 2014, Ortiz Junior teve que demitir os professores temporários, por recomendação do Ministério Público. Na época, a administração afirmou que estava apenas cumprindo a determinação de substituir funcionários eventuais por concursados.

Professores criticaram a atitude e disserem que a “medida prejudicou o andamento da sala, já que não temos mais professores de reforço”, contou uma professora que preferiu não se identificar.

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