Deputados da região têm contas rejeitadas pelo Tribunal Eleitoral

Prestação de contas foram desaprovas pela Corte do TRE

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Padre Afonso Lobato (esquerda) e Flavinho

Montagem/Meon

Padre Afonso Lobato (PV) e Flavinho (PSB), deputados eleitos na última eleição, tiveram as contas reprovadas, nesta quarta-feira (10), pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral). Ainda cabe recurso sobre a decisão.

Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal Eleitoral, os magistrados encontraram irregularidades que comprometem a aprovação das contas. A desaprovação da prestação não impede a diplomação dos deputados em 1º de janeiro de 2015.

Em uma sessão que durou mais de seis horas, os juízes consideraram que houve a falta de prestação parcial de contas pelos candidatos. Além de Lobato e Flavinho, o TRE também julgou irregular outras 28 prestações de contas, incluindo a do governador reeleito Geraldo Alckmin (PSDB).

Sobre a desaprovação para o deputado estadual Afonso Lobato, o juiz considerou que “a prestação de contas parcial não corresponde à efetiva movimentação de recursos ocorrida”, conforme trecho da decisão no TRE-SP. O conteúdo da recusa não foi informado.

Flavinho, deputado federal eleito, também teve as contas de prestação rejeitadas. De acordo com publicação no Diário Oficial, as contas foram desaprovadas pela maioria dos juízes. Nos dois casos, apenas o juiz Alberto Zacharias Toron aprovou as prestações, mas fez ressalvas.

A reportagem tentou contato com os deputados, mas não obteve retorno das ligações até o fechamento da matéria.

Raio-x
O deputado estadual Padre Afonso Lobato (PV) foi reeleito para o quarto mandato consecutivo com 81.837 votos e prometeu articulação política para aumentar repasses do SUS (Sistema Único de Saúde) às Santas Casas da região.

Já Flavinho (PSB) foi a surpresa nas eleições deste ano. Eleito pela primeira vez para um cargo político, Flavinho conseguiu 90.437 de votos. Prometeu a criação de uma rede de adoção de crianças na tentativa de evitar que gestantes optem pelo aborto, além de trabalhar para aumentar o valor do repasse do SUS (Sistema Único de Saúde) às Santas Casas da região.

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