Especial 369 anos de Taubaté: Parque Tecnológico vai disputar mercado nacional e internacional

Parque vai gerar mais de 1.500 empregos diretos e dez mil indiretos

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Governo Ortiz Junior (PSDB) quer atrair empresas para Taubaté

Flávio Pereira/Meon

Apostando no cenário nacional e internacional, Taubaté quer atrair empresários para investir em pesquisa e tecnologia com a construção do Parque Tecnológico. A proposta do governo Ortiz Junior (PSDB) é tornar o polo referência, abrigando mais de 300 empresas de pesquisas. A previsão é que em 2016 o polo seja entregue.

A instalação do segundo Parque Tecnológico na região -o primeiro está instalado em São José dos Campos- também vai impulsionar a geração de empregos, com mais de 1.500 oportunidades diretas e mais de dez mil empregos indiretos.

O Parque Tecnológico será construído em uma área de 731 mil metros quadrados. Com investimento de R$ 7 milhões, o Gein (Grupo Executivo Industrial) aposta no empreendedorismo para alavancar o projeto. Segundo Gutemberg Ramos, gerente do grupo, este será um grande passo que a cidade vai dar. “Muitas empresas têm o dinheiro, mas não sabem colocar em ação o projeto. O que nós vamos propor são os bons projetos”, diz.

Para a primeira e segunda fase do Parque -concepção da proposta, a realização dos serviços de terraplanagem e implantação da Fatec (Faculdade de Tecnologia)-, a administração municipal espera entregar as obras em julho de 2015. O centro também vai contar com duas incubadoras, espaço de eventos e empresas.

Faturamento
O Gein planeja faturamento próximo ao do modelo de São José dos Campos. Em dez anos, a unidade joseense já movimentou R$ 1 bilhão. “Vamos ter empresas do setor de gás, automotivo, energia, ferroviária, automotivo, que movimentam diversos investimentos. O nosso foco vai ser atender ao mercado e a cidade está inovando com este projeto”, explica Ramos.

O gerente afirma que incentivos vão ser oferecidos incentivos para as empresas, dependendo da classificação dos setores em que forem inscritos. “Estamos cedendo a área e as empresas vão ter incentivos estaduais ou federais, como a lei geral da tecnologia, a lei geral da inovação, são diversas leis que podem ser aplicadas”, explica.

Estudos
Além da instalação dos prédios da Fatec e do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), a direção do Parque Tecnológico estuda trazer uma unidade da Unesp (Universidade Estadual Paulista). “Desde a primeira indústria para atualmente, a cidade se destaca pelo empreendedorismo, por conta da sua localização entre São Paulo e Rio de Janeiro, e é isso que queremos continuar. Vamos investir na inovação”, acrescenta.

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