Igaratá inicia obras da nova usina de processamento de lixo

Começam as obras de construção da nova usina de reciclagem de lixo em Igaratá. Por meio de uma parceria público privada entre a prefeitura e a COMG Sustentabilidade Ltda vão transformar o atual aterro sanitário da cidade, considera irregular pela Cetesb, no maior centro de processamento de lixo da RMVale.

Escrito por: Elaine Rodrigues2 min de leitura
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Com novo aterro, Igaratá não precisa mais tranportar o lixo até Jambeiro

Divulgação

Começam as obras de construção da nova usina de reciclagem de lixo, em Igaratá.

A parceria público privada entre a prefeitura e a COMG Sustentabilidade Ltda vai transformar o atual aterro sanitário da cidade, considerado irregular pela Cetesb, em mais um centro de processamento de lixo na RMVale.

Segundo a prefeitura a empresa já trouxe seu maquinário e equipamentos para Igaratá. Para viabilizar o projeto, foi necessária uma lei aprovando a concessão da área do aterro para a implantação da usina que vai fazer a triagem e a reciclagem dos resíduos sólidos, além da compostagem dos materiais orgânicos e o reaproveitamento do chorume.

Nova usina
De acordo com a parceria, a COMG vai tratar de forma adequada o lixo. Com a aprovação da Cetesb, se enquadrar no PNRS (Plano Nacional de Resíduos Sólidos) e voltar a receber recursos federais para tratamento do lixo na cidade.

Outra vantagem, segundo a administração é a economia com o transporte dos resíduos para outras localidades, que não vai mais ser necessária e os novos postos de trabalho que devem abertos em Igaratá.

Fiscalização
A nova usina começa a ser construída depois que o aterro sanitário de Igaratá recebeu uma multa de mais de R$ 20 mil
da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo), por falta de licença ambiental.

De acordo com a agência ambiental, a prefeitura foi notificada sobre o fim da vida útil do aterro sanitário da cidade em abril de 2013. Na época, a prefeitura solicitou uma licença prévia ao órgão para continuar funcionando. Contudo, a administração municipal deixou de apresentar documentos e, agora, mais de um ano depois, foi multada e o aterro considerado ilegal.

O aterro recebe cerca de cinco toneladas diárias de lixo. Desde 2013, quando o local tinha esgotado sua capacidade, a prefeitura operava em uma área que ainda não era autorizada.

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