IPSM contesta uso político de dados financeiros da entidade

Instituto de Previdência do Servidor de São José diz que patrimônio é sólido

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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Sessão de Câmara ( Flávio Pereira e Bruno Fraiha)

Sessão da Câmara teve que ser interrompida por causa de tumultos

Flávio Pereira/CMSJC


O IPSM (Instituto de Previdência do Servidor) da Prefeitura de São José dos Campos enviou nota ao Meon esclarecendo informações que foram divulgadas em reportagens nos últimos dias.

O MBL (Movimento Brasil Livre) de São José dos Campos, protocolou na última sexta-feira (17) na Câmara Municipal o pedido de cassação do prefeito Carlinhos Almeida (PT). O documento, assinado pelos coordenadores municipais junto ao advogado Lohan Fuly, aponta denúncia por infração político-administrativa pelo não pagamento ao IPSM. De acordo com o movimento, o prefeito teria cometido infração político-administrativa ao atrasar repasses ao instituto.

A sessão da Câmara desta terça-feira (21), que votaria o pedido de cassação, terminou antes do previsto devido a um confronto entre manifestantes nas galerias do plenário do legislativo.

Segundo informações da Câmara Municipal, a denúncia deverá ser colocada em votação na sessão da próxima quinta-feira (23). Em nota, a Prefeitura de São José informou que a suposta denúncia não tem nenhum fundamento.

IPSM
Em nota, o instituto informou que conta hoje com um patrimônio de R$ 2 bilhões. O déficit atuarial, criado no IPSM ao longo de administrações passadas, está sendo corrigido pela atual administração.

O instituto acaba de adquirir sede própria e tem outros dois imóveis, apresentando equilíbrio e solidez financeira. Não há ameaça ao IPSM ou a aposentadoria dos servidores e pensionistas.

O IPSM monitora os repasses e obteve da Administração a confirmação de que a cota patronal, relativa ao período de janeiro de 2016 a abril de 2016, será quitada dentro do atual exercício de 2016, com correção monetária e juros. Não haverá prejuízo ao patrimônio do IPSM ou aos aposentados e pensionistas. As cotas patronais de 2015 e a de maio de 2016 também já foram quitadas.

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