Empresa responsável por jet ski usado por casal não tinha autorização para operar em Ilhabela, diz prefeitura

Administração municipal informou que o aluguel de motos aquáticas é proibido na cidade

Escrito por: Rubens Baracho2 min de leitura
jet ski

A Prefeitura de Ilhabela informou que a empresa responsável pelo jet ski utilizado por Bruna Damaris Sant’anna da Silva, de 26 anos, e Dheorge Pereira Bernardino, de 28, não possuía autorização ou registro municipal para atuar comercialmente na cidade.

Segundo a administração municipal, o aluguel de motos aquáticas para fins comerciais é proibido em Ilhabela, e não há qualquer licença emitida para a empresa citada exercer esse tipo de atividade no município.

Bruna foi encontrada com vida na última terça-feira (26), após passar cerca de 42 horas à deriva em alto-mar no Litoral Norte de São Paulo. Já Dheorge continua desaparecido, e as buscas realizadas pelo Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) e pela Marinha do Brasil entraram no quinto dia nesta quinta-feira (28).

Fotos divulgadas pelo GBMar indicam que a embarcação pertence a uma empresa de passeios náuticos que também anunciava aluguel de lanchas e motos aquáticas por meio das redes sociais.

O caso ganhou grande repercussão após o resgate de Bruna por pescadores caiçaras nas proximidades da Ilha de Búzios, em Ilhabela. Segundo os pescadores, a jovem foi encontrada debilitada, com frio e sinais de hipotermia, mas consciente.

As circunstâncias envolvendo o passeio e a atuação da empresa deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

Foto: Reprodução

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