Manifestantes pedem CPI na Saúde de Caraguá

Pelo menos 70 pessoas participaram de uma manifestação em prol da saúde de Caraguatatuba. Eles reivindicam melhorias no atendimento e a instauração de uma Comissão de Saúde ou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com a finalidade de fiscalizar o dinheiro investido na Saúde da cidade.

Escrito por: Sérgio Monteiro2 min de leitura
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Pelo menos 70 pessoas participaram de uma manifestação em prol da saúde de Caraguatatuba. Eles reivindicam melhorias no atendimento e a instauração de uma Comissão de Saúde ou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com a finalidade de fiscalizar o dinheiro investido na Saúde da cidade.

Eduardo Campos, organizador da manifestação, disse que tomou a iniciativa devido ao grande número de reclamações que recebia da população e destacou que esse movimento não tem envolvimento algum com política, tudo que eles querem é a melhoria na saúde, que é um direito do cidadão.

“Por ano, há aproximadamente R$ 80 milhões em investimento na saúde do município e hoje não temos nem mesmo atendimento básico, por isso queremos que o legislativo implante uma CPI para saber qual foi o destino desse dinheiro”, disse Campos.

Por meio da assessoria, a prefeitura informou que o Governo de Caraguá investe 30% do orçamento em Saúde, quando o estabelecido pela legislação é apenas 15%. Informaram que os leitos da Santa Casa estão à disposição de todos os pacientes que necessitam de transferência da UPA para internação hospitalar e que a medida também restabeleceu o atendimento Sistema Único de Saúde (SUS) da instituição.

Informaram também que está em construção mais uma UPA, ao lado da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Perequê-Mirim e que a obra tem custo previsto de R$ 3.568.259,32 e deve estar concluída em 18 meses.

A cidade também conta com oito profissionais do programa Mais Médicos, do Governo Federal, desde abril. O quadro é composto por seis cubanos, uma portuguesa e uma brasileira, que irão atuar no programa Estratégia de Saúde da Família (ESF), dentro das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). O grupo está em fase de adaptação e treinamento. A previsão é de que eles passem a atuar nas UBSs na primeira quinzena de junho.

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