Morte de caçapavense alerta para cuidados antes de viagens internacionais

Tragédias como a que aconteceu com o pesquisador caçapavense Paulo Henrique Dias Junior, encontrado morto no dia 16 na cidade de Colchester, Inglaterra, aumentam o alerta sobre a importância de se precaver antes de realizar uma viagem internacional. É certo que ninguém espera que uma viagem termine mal, entretanto, caso uma fatalidade aconteça, tais providências são fundamentais para evitar dores de cabeça.

Escrito por: João Pedro Teles3 min de leitura
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Tragédias como a que aconteceu com o pesquisador caçapavense Paulo Henrique Dias Junior, encontrado morto no último dia 16 na cidade de Colchester, Inglaterra, aumentam o alerta sobre a importância de se precaver antes de realizar uma viagem internacional. É certo que ninguém espera que uma viagem termine mal, entretanto, caso uma fatalidade aconteça, as providências preventivas são fundamentais para evitar dores de cabeça.

Seguro e cadastro no Itamaraty são algumas das precausões a serem tomadas antes de viajar

A primeira dica é certificar-se de que foi pago o seguro de viagem. É ele que vai garantir os gastos hospitalares no caso de qualquer emergência. Se houver óbito, todas as despesas com viagens e documentações necessárias também são pagas.

De acordo com o Itamaraty, o seguro é só o primeiro passo para quem quer firmar residência em um país estrangeiro. Outra questão importante é a realização do cadastro junto ao órgão do Ministério de Relações Exteriores.

É a partir deste cadastro que consulados e embaixadas do Brasil no exterior podem contatar brasileiros em situações de emergência. Não se trata apenas de problemas de saúde, mas também de desastres naturais e guerras civis, entre outros.

“Muitas pessoas temem o cadastro por estar em situação de ilegalidade no país estrangeiro. Entretanto, não há motivos para essa preocupação, já que não existe ligação alguma entre o Itamaraty e o governo do país. O cadastro é a ligação que temos para entrar em contato com a família no caso de qualquer problema”, afirma o Itamaraty por meio de sua assessoria.

Quando algum acidente acontece, o consulado é a ponte entre as famílias e autoridades estrangeiras. O órgão também é o responsável por pedir mais agilidade, caso os trâmites caminhem lentamente.

Outra atribuição dos consulados brasileiros no exterior é facilitar a burocracia para que familiares possam sair do Brasil quando qualquer emergência acontece. De acordo com a assessoria de imprensa do Itamaraty, trata-se de um acordo humanitário entre os governos.

“Precisamos sempre respeitar a soberania do país. O que fazemos em caso de emergência é enviar uma solicitação ao consulado do país estrangeiro pedindo urgência nos requerimentos e explicando que aquela é uma situação especial. Somos prontamente atendidos e os vistos podem ser providenciados em até dois dias, mas tudo depende das regras locais”, afirmou.

Informações sobre o cadastro nos consulados, legislação dos países estrangeiros e os panoramas atualizados de cada localidade podem ser encontradas por meio do site http://www.itamaraty.gov.br/

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