Novembro azul: AME SJC reforça importância da prevenção e detecção do câncer de próstata
Unidade irá exibir iluminação azul e distribuir laços azuis para colaboradores


O Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de São José dos Campos reforça durante o mês de novembro sobre a importância dos cuidados com a saúde do homem, especialmente com o câncer de próstata. Unidade irá exibir iluminação azul e distribuir laços azuis para colaboradores.
A unidade tem priorizado os exames para a detecção precoce em 2020, ajudando na diminuição de internações pela doença na região. O AME recebe pacientes encaminhados de unidades básicas e hospitais da região.
Até o final de outubro de 2020 foram registradas 347 internações por diagnóstico de câncer de próstata na região do Departamento Regional de Saúde (DRS) de Taubaté, em comparação com 582 em todo o ano de 2019.
Desde janeiro, a unidade já realizou 750 biópsias de próstata, número que iguala a marca atingida em todo o ano de 2019. Mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, o ambulatório não parou de realizar o exame, que é considerado prioritário na unidade.
Detecção precoce
O câncer de próstata pode ser confirmado por meio da biópsia, procedimento que pode ser indicado pelo médico urologista diante da constatação de alguma alteração no exame de sangue ou no exame de toque, indicado para homens com idade acima de 50 anos.
“Somente através da biópsia é possível confirmar ou destacar o câncer de próstata. Quando existe a suspeita, a realização do exame é imperativa para um diagnóstico precoce, aumentando a chance de cura por meio do tratamento”, explica o urologista do AME e coordenador da Linha de Cuidado de Câncer de Próstata, Matheus Neves Ribeiro da Silva, em comunicado à imprensa.
Os sintomas da doença podem incluir dificuldade de urinar, demora para começar e terminar de urinar, diminuição do jato, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite e sangue na urina.
“O principal fator de risco para o câncer de próstata é a idade. Quanto maior a idade, maior é o risco de se ter a doença. Outros fatores associados são o histórico familiar, ou seja, quando outros familiares, como pai e irmãos, tiveram a doença. A obesidade e o tabagismo também estão associados, embora em uma proporção muito menor do que de outros tipos de cânceres, mas também colaboram para um maior risco de câncer de próstata”, complementa o urologista.
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