Pesquisador representa a região no Programa Antártico Brasileiro

Um pesquisador de São José dos Campos foi nomeado pela segunda vez relator de Ciência Atmosféricas do GAA (Grupo de Avaliação Ambiental) do Programa Antártico Brasileiro. A indicação do professor doutor Paulo Roberto Fagundes, feita pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi publicada no dia 5 de maio no Diário Oficial da União.

Escrito por: Elaine Rodrigues2 min de leitura
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Prof. Dr. Paulo Roberto Fagundes

Divulgação/Univap

Um pesquisador de São José dos Campos foi nomeado pela segunda vez relator de Ciência Atmosféricas do GAA (Grupo de Avaliação Ambiental) do Programa  Antártico Brasileiro. A indicação do professor doutor Paulo Roberto Fagundes, feita pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi publicada no dia 5 de maio no Diário Oficial da União.

Fagundes faz parte do grupo de Física e Astronomia da Univap (Universidade do Vale do Paraíba). O professor compõe o GAA desde agosto de 2010. Entre suas atividades nesta comissão, está a avaliação dos projetos dos grupos que pretendem desenvolver pesquisas na Antártica, por meio do programa brasileiro.

“Antes de um grupo realizar qualquer operação na Antártica, os projetos científicos já aprovados pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) têm que ser submetidos ao Ministério do Meio Ambiente, para ser analisado sob vários aspectos, como o impacto ambiental que proporcionará. Após a nossa avaliação, o projeto é reportado internacionalmente, só então, se pode começar efetivamente a pesquisa”, detalha Fagundes.

Sobre a nomeação, o professor avalia que é um processo natural dentro do Ministério, que periodicamente recicla a equipe. “De tempos em tempos o comitê é reformulado. Alguns saem, outros ficam e é feita a nomeação completa novamente”.

Pesquisa
As reuniões da equipe do GAA acontecem duas vezes ao ano em Brasília. No dia a dia, o professor Fagundes dá aulas e desenvolve pesquisas no campo de física e astronomia em São José dos Campos. “Outra coisa boa de fazer parte da comissão do Programa Antártico Brasileiro é que tenho contato com tudo que acontece no setor no país e mantenho bons contatos. Isso beneficia também o meu grupo de pesquisa aqui na região, com a colaboração de diversos pesquisadores do Brasil”, conclui.

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