Polícia Civil reconstitui assassinato da advogada Nilza Maria Hinz em Pinda
A Polícia Civil reconstituiu na noite desta quarta-feira (24) o passo a passo do assassinato da advogada Nilza Maria Hinz, 62 anos, em Pindamonhangaba. O homícidio causado por desentendimentos em família foi solucionado com ajuda de imagens do circuito interno de câmeras do escritório da vítima e apontaram o marido de uma prima de Nilza, como principal suspeito.


Advogada Nilza Maria Hinz assassinada em Pindamonhangaba
Reprodução/Facebook
A Polícia Civil reconstituiu na noite desta quarta-feira (24) o passo a passo do assassinato da advogada Nilza Maria Hinz, 62 anos, em Pindamonhangaba. O homícidio causado por desentendimentos em família foi solucionado com ajuda de imagens do circuito interno de câmeras do escritório da vítima e apontaram o marido de uma prima de Nilza, como principal suspeito.
Na reconstituição, o aposentado Eduardo Rodrigues Dorsner, 67 anos, que confessou ser o autor do crime após ser confrontado com as imagens obtidas pela polícia, mostrou como teria acontecido em detalhes cada momento da noite do assassinato.
“A colaboração dele foi muito importante e novos elementos surgiram para esclarecer a dinâmica do crime”, afirma o delegado Vicente Lagioto.
Segundo Lagioto, as investigações seguem sob sigilo e, caso a polícia veja a necessidade, pode prorrogar a prisão temporária por mais 30 dias para encontrar novas informações. Dorsner segue detido na cadeia pública de Caçapava.
Entenda o caso
O assassinato aconteceu no dia 11 de julho. A vítima foi atingida com um tiro na cabeça e outro no braço enquanto estava dentro de seu carro, em frente ao escritório que trabalhava no bairro Alto do Cardoso, em Pindamonhangaba. Nilza chegou a ser socorrida, não resistiu aos ferimentos e morreu na mesma noite.
Três dias após o crime, imagens do momento do crime obtidas pela polícia, revelaram que Dorsner foi o autor dos disparo.
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