Prefeitura de Bananal precisa devolver verba para receber do Estado
A prefeitura de Bananal está passando por uma situação econômica complicada. Segundo a chefe do Executivo, Miriam Bruno (PV), a administração municipal precisa devolver ao Governo do Estado de São Paulo verbas que passam de R$ 100 mil, para poder receber os investimentos do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias).


Segundo prefeita, a cidade possui dívidas quase impagáveis
Divulgação/PMB
A prefeitura de Bananal está passando por uma situação econômica complicada. Segundo a chefe do Executivo, Miriam Bruno (PV), a administração municipal precisa devolver ao Governo do Estado de São Paulo verbas que passam de R$ 100 mil, para poder receber os investimentos do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias).
Segundo a prefeitura, os valores que precisam ser devolvidos são provenientes de verbas que foram usadas incorretamente pelas administrações anteriores, ou seja, eram destinadas para um determinado setor, mas foram aplicadas em outros.
Atualmente, o Dade destina uma verba de aproximadamente R$ 2 milhões para estâncias de turismo do porte de Bananal. No entanto, o envio por parte do Governo depende da devolução dos mais de R$ 100 mil. Sem essa quitação, a cidade fica sem condições de receber novos recursos.
Além disso, a cidade também possui outras dívidas. “Meu principal desafio é administrar com um orçamento pequeno, contando com repasses dos governos Federal e Estadual, para dívidas acumuladas que são quase que impagáveis e, por fim, saldar essas dívidas adquiridas com repasse de valores dos governos que foram usados indevidamente”, disse a prefeita em entrevista ao Meon em julho deste ano.
O recebimento da verba vinda do Dade é necessária para que a prefeitura “conclua de todas as obras que hoje se encontram autorizadas pelo Governo do Estado, mas que ainda não foram liberadas”, disse Miriam Bruno.
Um dos desejos da prefeitura é realizar o restauro da Capela da antiga Santa Casa, do Centro Cultural e da Praça Monsenhor Cid, que fica em frente a Igreja Matriz. Além do retaludamento do Morro que percorre a via da Vila Bom Jardim, chegando até o Cemitério do Alto, nos dias de chuva, os moradores ficam prejudicados, pela lama que desce da encosta.
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