Sabesp aposta em obra de R$ 2,5 mi para resolver mau cheiro em São José

Após notificações da Secretaria de Obras de São José dos Campos e reclamações dos moradores da região sul sobre o mau cheiro no córrego Ressaca, a Sabesp afirma que está aplicando peróxido de hidrogênio para minimizar o odor no córrego.

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Sabesp aplica produto em córrego

Tião Martins/PMSJC

Após notificações da Secretaria de Obras de São José dos Campos e reclamações dos moradores da região sul sobre o mau cheiro no córrego Ressaca, a Sabesp afirma que está aplicando peróxido de hidrogênio para minimizar o odor no córrego, no bairro Jardim Pôr do Sol, na zona oeste de São José.

A companhia promete ainda concluir a obra avaliada em R$ 2,5 milhões, referente a tubulação que se rompeu ocasionando no despejo dos produtos químicos.

De acordo com a assessoria de imprensa da Sabesp, a tubulação existente foi danificada pela movimentação do solo e a demora para execução do projeto se deve a diversas alterações nas medições.

“A tubulação existente foi danificada pela movimentação do solo. Devido à complexidade do projeto, pois se trata de terreno instável, foram necessárias várias medições e estudos na fase preliminar do projeto para garantir a qualidade da obra que será executada”, informa nota.

A secretaria identificou seis pontos de despejo irregular de esgoto na cidade, sendo clandestinos nos córregos da Ressaca, Senhoria 1 e 2, rio Comprido, Lavapés, Cambuí.

De acordo com o secretário de Obras, Dalton Ferraciolli, o problema do lançamento indevido de esgoto nos córregos, assim como o atraso na entrega de obras de ampliação e manutenção da rede existente, são decorrentes da falta de investimentos da Sabesp.

Críticos
Em levantamento realizado pela Secretaria de Obras de São José, a situação mais grave de poluição é encontrada nos córregos Ressaca e Rio Comprido, já que contribuem para o abastecimento da cidade. “Nos demais, há risco à saúde pública por conta da proximidade com núcleos urbanos e pelo uso da água dos córregos para irrigação de áreas de plantio”, informa a pasta.

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