Seccional de Guará traça planos para monitorar presos na saidinha

Polícia pretende fiscalizar comportamento de detentos beneficiados

Escrito por: Rafael Rodrigues2 min de leitura
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1/12/2014 - Cúpula da Polícia Civil e Militar se reúnem, em Guará, para traçar metas de ação no fim de ano (Divulgação)

Polícia Civil e Militar se reúnem, em Guará, para traçar metas de ação no fim de ano

Divulgação

As polícias Civil e Militar se reuniram na Delegacia Seccional de Guaratinguetá para traçar metas e definir diretrizes do policiamento de fim de ano nas cidades da região. O encontro, que ocorreu nesta semana, contou com a presença de autoridades das duas corporações.

De acordo com o delegado seccional, Márcio Ramalho, a intenção é unir forças para reduzir a criminalidade na temporada de festas de fim de ano.

Segundo Ramalho, o principal objetivo é fazer uma fiscalização intensa sob os presos que serão beneficiados com as saídas temporárias de Natal e Ano Novo. “Ficou definido que vamos realizar uma operação mais contundente esse ano, intensificando a fiscalização das saídas dos presos para comemoração de natal e virada do ano”, explica.

O delegado disse ainda que a Polícia Militar deve realizar policiamento ostensivo acompanhando os passos dos presos na região. “A policia vai fiscalizar o preso desde o momento em que sair do presídio até sua volta pra casa. Um policial vai realizar visitas nas casas dos beneficiados justamente para identificar se eles estão cumprindo as regras. Caso contrário será levado imediatamente de volta à carceragem e perderá o direito à saída temporária de fim de ano”.

Ramalho ainda ressalta que o importante é que o detento cumpra com as normais legais estabelecidas pela Justiça. “A recomendação é que os presos exerçam seus diretos, comemorem junto a suas famílias, mas que saibam como se portar”, finaliza.

Saída temporária
Para ter direito ao benefício, o detento deve estar cumprindo pena em regime semiaberto e que, até a data da saída, tenha cumprido um sexto da pena total, se for primário, ou um quarto se for reincidente. Antes de conceder o direito, os juízes consultam os diretores dos presídio para saber sobre a conduta carcerária do preso.

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