Seis alunos do ITA são premiados em olimpíada de matemática na Bulgária

Seis alunos do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) de São José dos Campos foram premiados na 21ª Olimpíada Internacional de Matemática realizada entre 29 de julho e 4 de agosto, em Blagoevgrad, na Bulgária.

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Seis alunos do ITA são premiados em Olimpíada Internacional de Matemática (Divulgação/ITA)

Equipe do ITA que participou da Olimpíada Internacional de Matemática

Divulgação/ITA

Seis alunos do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) de São José dos Campos foram premiados na 21ª Olimpíada Internacional de Matemática realizada entre 29 de julho e 4 de agosto, em Blagoevgrad, na Bulgária.

O destaque ficou para Henrique Gasparini Fiúza do Nascimento, que conquistou pelo segundo ano consecutivo uma medalha de ouro. A equipe do ITA era composta por sete estudantes e trouxe para Brasil mais três medalhas de prata e duas de bronze.

Ao todo, 324 estudantes do mundo inteiro participaram da competição, cujo desafio era solucionar, em duas sessões de cinco horas cada, problemas das áreas de álgebra, análise (real e complexa) e análise combinatória. Cada item deve ser precisamente formulado, incluindo a apresentação do resultado de forma detalhada.

Em 2014, além dos alunos do ITA, outros 21 estudantes de várias universidades do Brasil, participaram do campeonato, totalizando, 28 brasileiros na olimpíada.

Em relação à classificação por equipes, na qual se leva em conta a pontuação dos três melhores alunos e também a média de todos os alunos da equipe, o ITA ficou na 21ª posição entre as 73 equipes de universidades presentes.

A participação da equipe do ITA foi coordenada pelo professor Armando Gouveia, da Divisão de Ciência da Computação. “O resultado mostra como os alunos do ITA são valorizados. Apesar de pequeno, se comparado a outras universidades como USP e Unicamp, vale destacar que o ITA seleciona muito bem seus alunos no vestibular, o que faz a diferença”, conta Gouveia.

“Infelizmente, hoje vemos muitos formandos de engenharia que acabam trabalhando em outras áreas, prestando consultoria ou em bancos, por exemplo. Por isso temos que continuar estimulando esses alunos a trabalharem com ciências exatas. E é para isso que o ITA existe, para desenvolver ciências exatas”, completa.

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