SJC: Justiça mantém preso suspeito de participação em assassinato de motorista de aplicativo

O caso é investigado como latrocínio

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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A Justiça negou liberdade a um dos homens suspeitos de envolvimento no assassinato do motorista de aplicativo Carlos Eduardo de Faria Cesar, de 23 anos, ocorrido em São José dos Campos, no início de setembro de 2025. O caso é investigado como latrocínio — roubo seguido de morte.

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Dois homens foram presos pelo crime: Clayton Luiz Moreira Junior e Jonathan Eduardo Sousa Goulart. A defesa de Clayton havia solicitado a revogação da prisão, alegando que a detenção ocorreu sem situação de flagrante e sem mandado judicial. No entanto, a juíza Gabriela Souto Silveira negou o pedido e manteve o suspeito preso. A decisão foi publicada na última terça-feira (29).

Na fundamentação, a magistrada ressaltou que a prisão em flagrante foi convertida em preventiva de forma legal e devidamente justificada.

“O pedido não merece ser acolhido, uma vez que a prisão em flagrante foi convertida em preventiva mediante decisão fundamentada, na qual se apontou a gravidade concreta do crime, o risco à ordem pública e a necessidade de resguardar a instrução criminal. Não houve, desde então, alteração das circunstâncias fáticas que justifique a revogação da medida”, destacou a juíza.

Com isso, Clayton Luiz Moreira Junior permanecerá preso, assim como Jonathan Eduardo Sousa Goulart, enquanto o processo segue em andamento. O caso continua sob investigação das autoridades judiciais e policiais.

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