Taubaté: taxa de desemprego aumenta e registra 12,87% em abril

A taxa de desemprego em abril de 2014, em Taubaté, chegou a 12,87%, número 0,88% acima do registrado no mesmo período em 2013, aponta pesquisa de ocupação, renda e escolaridade do Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais da Universidade de Taubaté e da Associação Comercial e Industrial. Ao todo, 653 pessoas foram entrevistadas.

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Taubaté: taxa de desemprego aumenta e registra 12,87% em abril (Divulgação)

Taubaté: taxa de desemprego aumenta e registra 12,87% em abril

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A taxa de desemprego em abril de 2014, em Taubaté, chegou a 12,87%, número 0,88% acima do registrado no mesmo período em 2013, aponta pesquisa de ocupação, renda e escolaridade do Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais da Universidade de Taubaté e da Associação Comercial e Industrial. Ao todo, 653 pessoas foram entrevistadas.

Segundo o relatório, de abril de 2013 a abril deste ano, houve uma redução de 315 empregos formais na cidade, sendo que no setor industrial essa queda foi de 860 postos de trabalho.

Os números são uma consequência do aumento da procura por trabalho e da redução do ritmo do crescimento econômico, com o aumento nas taxas de juros no país. Nos últimos doze meses a taxa de juros Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódio) aumentou de 7,25% para 11%.

A taxa de desemprego conforme escolaridade também foi apresentada e registrou aumento na faixa de pessoas que possuem o ensino fundamental (de 10,61% para 15,27%) e no ensino médio (12,68% para 14,09%), mas redução para aqueles com ensino superior (12,24 para 7,07).

Os números mostram a dificuldade de inserção no mercado de trabalho para quem tem menor escolaridade e redução de vagas nos setores que empregam trabalhadores com menor qualificação, como a construção civil. Esse quadro pode ter contribuído para o resultado final da pesquisa.

Homens x Mulheres
A taxa de desemprego feminina foi de 18,79%, ficando superior à masculina (8,11%). Antes, os números entre os homens era de 10,23% e das mulheres 14,62%. De acordo com o Nupes, o aumento da diferença entre os sexos acontece possivelmente em função da maior procura por trabalho entre as mulheres do que entre homens.

Perfil
Dos trabalhadores que declararam o seu setor de ocupação, o que mais emprega é o de serviços (37,89%), seguido pela atividade industrial (30,07%), comércio (26,56%), construção civil (5,07%) e agricultura (0,41%). Cabe destacar que esse resultado inclui tanto os trabalhadores do setor formal quanto informal.

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