Terreno gera impasse para instalação de nova unidade do Senai em Guará

Se depender do prefeito de Guaratinguetá, Francisco Carlos Moreira (PSDB), a polêmica envolvendo o terreno cedido pela prefeitura para a construção da nova unidade do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) não será empecilho para o início das obras.

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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Se depender do prefeito de Guaratinguetá, Francisco Carlos Moreira (PSDB), a polêmica envolvendo o terreno cedido pela prefeitura para a construção da nova unidade do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) não será empecilho para o início das obras.

Por abrigar nascente, novo terreno pode ter problemas de liberação ambiental

A controvérsia começou quando a atual gestão decidiu trocar o terreno que havia sido doado pela gestão anterior para a construção do prédio. De acordo com o tucano, a mudança aconteceu depois de o Comando Aéreo Regional definir que o espaço cedido pelo último governo fica muito próximo à pista do Aeroporto Edu Chaves.

Entretanto, o novo local escolhido pelo prefeito, no bairro Beira Rio, acabou desagradando parte da comunidade, que aponta irregularidades ambientais no espaço. O terreno abrigaria uma nascente, que possivelmente seria prejudicada com o início da construção.

Moreira nega que a área seja irregular e ressalta que o local atende as normas de proteção ambiental. “Trata-se de uma área da Companhia de Desenvolvimento de Guaratinguetá. Se houver uma nascente no local, com certeza nós não vamos construir em cima dela, nesse caso poderia ser construído um lago”.

Mesmo assim, o prefeito se diz prevenido caso as obras sejam proibidas por conta de qualquer irregularidade apresentada no terreno. “Embora nossa primeira opção seja essa, não vamos perder a oportunidade de contar com uma unidade do Senai, por causa desses problemas. Portanto, se não for ali, temos outras áreas”, diz.

Por meio da sua assessoria de imprensa, o Senai afirma que não tem conhecimento sobre a polêmica envolvendo a troca do terreno e que as unidades da entidade só são construídas quando todas as documentações do terreno estão em dia.

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