Trabalhadores da Urbam atrasam saída de veículos do aterro sanitário
Um grupo de trabalhadores da Urbam (Urbanizadora Municipal) que está em greve desde o dia 21 de outubro atrasa a saída ou entrada de veículos coletores de lixo em 30 minutos, na Estação de Tratamento de Esgoto, que fica no bairro Torrão de Ouro, em São José dos Campos.


Grupo está atrasando a saída ou entrada dos veículos em 30 minutos
Marcelo Ribeiro/Seaac
Um grupo de trabalhadores da Urbam (Urbanizadora Municipal) que está em greve desde o dia 21 de outubro atrasa a saída ou entrada de veículos coletores de lixo em 30 minutos, na Estação de Tratamento de Esgoto, que fica no bairro Torrão de Ouro, em São José dos Campos.
Segundo o presidente do Seaac (Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio e Empresas de Assessoramento), Marcelo Ribeiro, o objetivo do movimento é chamar a atenção da prefeitura e Urbam, para negociar o reajuste salarial.
“Estamos aqui desde as 6h da manhã. Na quarta-feira (29), conseguimos conversar com o chefe de gabinete da prefeitura, o Luiz Carlos de Lima, e ficou definido que iríamos ter uma reunião com a empresa para costurar um acordo, mas não teve nada disso. No encontro, a Urbam disse que vai esperar a audiência. Parece que disseram isso só para sairmos da prefeitura”, diz Marcelo.
Nesta quinta-feira (30), a Prefeitura de São José dos Campos registrou boletim de ocorrência após um grupo de cerca de 30 manifestantes tentar invadir o 7º andar do Paço Municipal. No mesmo andar está o gabinete do prefeito Carlinhos Almeida (PT) e de assessores diretos.
O grupo que tentou a invasão foi formado por funcionários que promovem movimento de paralisação na empresa. A administração afirma que possui um interdito proibitório -ação judicial que visa repelir algum tipo de ameaça. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, não houve confronto com os servidores.
Audiência
Uma audiência de conciliação para tentar encerrar a greve está marcada para a próxima segunda-feira (3) no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), em Campinas.
Segundo a prefeitura, o Seaac (Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio e Empresas de Assessoramento) não pode parar as atividades essenciais por determinação do TRT. Limpeza pública, tratamento de resíduos sólidos e manutenção dos cemitérios não foram interrompidos durante a paralisação.
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