Volks garante investimentos sociais mesmo com economia desfavorável
O superintendente da Fundação Volkswagen, Eduardo Barros garantiu que a multinacional vai continuar investindo nos 10 programas mantidos pela multinacional no Brasil mesmo com a projeção de baixo crescimento econômico para os próximos dois anos.


Fundação mantém dez projetos em 13 Estados do país
Divulgação/Volkswagen
O superintendente da Fundação Volkswagen, Eduardo Barros garantiu que a empresa vai continuar investindo nos 10 programas mantidos pela multinacional no Brasil mesmo com a projeção de baixo crescimento econômico para os próximos dois anos.
O anúncio aconteceu durante as comemorações dos 35 anos de atividades da fundação, nesta segunda-feira (1) no Conservatório da Praça das Artes, em São Paulo. De acordo com Barros, a instituição conta com fundo próprio, cujos investimentos para os próximos anos já estão reservados.
“Não há riscos da crise dos próximos anos interferir no nosso orçamento, pois a fundação é bem administrada justamente para se preservar das variações do mercado”, afirma.
O evento contou com a apresentação da Orquestra Sinfônica de Heliópolis, projeto financiado pela fundação há 14 anos. Na ocasião, esteve presente também a diretoria da Volkswagen Brasil.
Custo
O presidente da Volks, Thomas Schmall, aproveitou a cerimônia para despedir-se do cargo –que deixa no final deste ano para compor um conselho da empresa na Alemanha- e fazer um balanço do ano de 2014.
“Estávamos empolgados com o ano da Copa do Mundo e Eleições. Achávamos que seriam 12 meses muito bons, mas acabamos nos surpreendendo com um ano de dificuldades”, diz.
De acordo com Schmall, os próximos dois anos vão ser complicados para a economia nacional e, consequentemente, para a empresa. O presidente também aproveitou para criticar o “custo Brasil”.
“O Brasil tem todos os elementos para crescer, mas o custo aqui é o mais alto de todos os países onde atuamos. A previsão é de que os próximos dois anos sejam muito difíceis para a empresa, mas tenho certeza que, integrando o conselho, vou ser muito mais útil para a empresa no país do que no cargo que ocupo hoje”, afirma.
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