Litoral Norte de SP tem 25 praias impróprias para banho; veja lista
Boletim da Cetesb aponta 90 praias impróprias em todo o litoral de São Paulo

Quem pretende aproveitar as praias do Litoral Norte de São Paulo deve ficar atento às condições da água. Segundo o boletim de balneabilidade divulgado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) nesta quinta-feira (24), 25 praias da região estão classificadas como impróprias para banho.
O Litoral Norte reúne Ubatuba, Caraguatatuba, Ilhabela e São Sebastião. No levantamento mais recente, os quatro municípios aparecem com pontos classificados como impróprios.
Em todo o litoral paulista, são 90 praias impróprias para banho, sendo 65 no Litoral Sul e 25 no Litoral Norte.
A classificação é atualizada semanalmente e considera análises da qualidade da água realizadas pela Cetesb. O monitoramento é feito em 175 pontos e serve de orientação para moradores e turistas sobre as condições de banho nas praias do estado.
Veja as praias impróprias no Litoral Norte
Caraguatatuba
Cinco pontos do município estão classificados como impróprios:
- Cocanha
- Martim de Sá
- Prainha
- Centro
- Indaiá
Ilhabela
Quatro pontos aparecem na lista:
- Armação
- Sino
- Itaquanduba
- Grande
São Sebastião
São 10 pontos classificados como impróprios:
- Prainha
- São Francisco
- Arrastão
- Pontal da Cruz
- Deserta
- Porto Grande
- Preta do Norte
- Toque-Toque Pequeno
- Boraceia – Norte
- Boraceia – Rua Cubatão
Ubatuba
O boletim aponta seis pontos impróprios:
- Rio Itamambuca
- Itaguá
- Enseada
- Perequê-Mirim
- Lázaro
- Sapé
Como é feita a classificação da água
A balneabilidade das praias segue critérios definidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), adotados pela Cetesb desde 2001.
A avaliação considera análises microbiológicas realizadas em amostras de água coletadas durante cinco semanas consecutivas. Entre os indicadores utilizados estão os coliformes termotolerantes, a bactéria Escherichia coli e os enterococos.
Nas águas marinhas, a praia é considerada imprópria quando os níveis de enterococos ultrapassam os limites estabelecidos pela legislação.
A classificação também pode ocorrer em situações como derramamento de óleo, maré vermelha, floração de algas potencialmente tóxicas ou surtos de doenças de transmissão hídrica.
Como o boletim é atualizado semanalmente, a situação das praias pode mudar. Por isso, moradores e turistas devem consultar a classificação mais recente antes de entrar no mar.
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