
Espetáculo ‘Cenas de Uma Execução’ inicia temporada em novo palco
A peça dirigida por Clarisse Abujamra trata do embate de uma pintora com o poder

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Projetos artísticos no hotel Cambridge promovem interação entre moradores

“A imaginação é como o dinheiro da arte, é o que trocamos”, disse na semana passada, o curador escocês Charles Esche na primeira coletiva de imprensa que apresentou conceitos e artistas participantes da 31ª Bienal de São Paulo, prevista para ocorrer entre 6 de setembro e 7 de dezembro no Pavilhão Ciccillo Matarazzo no Parque do Ibirapuera. “Com a imaginação começa a transformação”, afirmou Esche, enumerando outros termos chaves, coletividade e conflito, como questões importantes na concepção da edição da mostra, uma Bienal que tratará de sociedade e contemporaneidade. “Arte pode não só mostrar, mas convocar.

“Se um visitante estiver só, deixe-o só por um momento antes de abordá-lo. O importante é que ele entenda que há um movimento aqui. O trabalho do Tino é único porque trabalha com a interação, a experiência do outro faz parte da obra”, explica o produtor americano-paquistanês Asad Raza a um grupo de 28 pessoas, na manhã de terça-feira, 25, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio. Poucos minutos depois, como parte da dinâmica, um menino chega até a repórter e começa a contar uma história sobre como descobriu, quando tomou um choque trocando uma lâmpada em sua casa, que a eletricidade conecta as pessoas com o mundo. A narrativa é rápida, “com precisão”, como havia pedido Asad Raza ao grupo.

Detalhe de projeção que integra a instalação Uzi Divulgação Na manhã da terça-feira, 11, o artista israelense Yochai Avrahami esteve no Museu do Crime de São Paulo, no Butantã, zona sul da capital paulista. Encontrou, entre outras coisas, um manequim esquartejado dentro de uma mala (que remete ao caso de Maria Mercedes Féa, de 1928). […]