
O Que a luz revela
Olhar para a própria escuridão pode doer

Além do Salto
10 publicações
Pricila de Fátima Alves é psicanalista, educadora e especialista em desenvolvimento humano. Atua na formação de profissionais da educação e no desenvolvimento de metodologias voltadas à aprendizagem, cognição e desenvolvimento integral. Atualmente, coordena projetos pedagógicos na área de Neuroeducação e dedica-se ao estudo da Psicologia Analítica de Carl Jung, investigando os processos de identidade, propósito e transformação ao longo da vida. É coidealizadora do projeto Além do Salto, espaço de reflexão, diálogo e inspiração para mulheres em suas jornadas de crescimento e autoconhecimento
Os artigos publicados nesta seção são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Meon, da Revista Metrópole Magazine ou do Grupo Meon de Comunicação.

Olhar para a própria escuridão pode doer

Há saltos que começam muito antes de darmos o primeiro passo. Começam quando voltamos a luz para nós mesmas e temos coragem de olhar para aquilo que, durante muito tempo, preferimos não enxergar. Nos últimos tempos, percebi que estava diante de mais um salto. E, antes de seguir adiante, precisei olhar para dentro. Para os […]

A segunda metade da vida não é um tempo de esperar

Costumamos admirar mulheres que conquistaram espaço, superaram dificuldades ou reinventaram suas vidas. Observamos suas realizações e, muitas vezes, pensamos que elas possuem algo que nos falta: mais coragem, mais talento, mais oportunidades. No entanto, quando escutamos suas histórias com atenção, percebemos algo diferente. A transformação raramente começa pela confiança. Ela começa pela inquietação. A empreendedora […]

Ansiedade, preocupação constante, excesso de telas e sobrecarga emocional interferem diretamente na qualidade do sono

A psicanálise nos lembra que nem toda dor é patológica

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento complexa e multifatorial, não sendo uma doença única com causa isolada ou tratamento universal

Na prática clínica, o sofrimento raramente se apresenta de forma compartimentada. Dor física, angústia psíquica, medo e esperança costumam coexistir no mesmo corpo e na mesma história. É nesse território sensível que ciência e fé podem dialogar, não como campos opostos, mas como linguagens distintas que se encontram quando o foco é o cuidado humano. […]

A forma como percebemos um espaço acontece antes mesmo do olhar

Entenda a diferença