A cultura do samba
O cantor e compositor Gabriel Adabo fala sobre a carreira


Gabriel Adabo em uma das suas apresentações com o Samba da Cachaça
Arquivo pessoal
O cantor e compositor Gabriel Adabo coleciona boas histórias, principalmente, as que são contadas nas rodas de samba e embaladas por música autêntica e de qualidade. As referências não poderiam ser melhores: velha guarda da mangueira, Cartola, Carlos Cachaça e Nelson Sargento, a maior referência viva. A missão do músico é aproveitar esse legado e não deixar o samba morrer.
Diversos projetos são realizados por Gabriel com essa finalidade, reuniões de músicos consagrados e compositores da região são os programas preferidos para divulgação de suas composições.
“Comecei em um festival de voz e violão no Rio de Janeiro e eu ganhei o prêmio de revelação do festival com uma canção minha chamada ‘Canção de amor’, há mais de 10 anos.”, conta.
O músico considera o nicho que trabalha importante para o resgate do samba de raiz, “para a purificação do samba, para que o samba seja samba”. Respeitando os compositores dos primórdios, dos carnavais e os padrões do samba.
Gabriel participa do grupo Samba da Cachaça desde 2015 e se apresenta em diversas casas da região. Para 2017, o grupo lança o primeiro CD em estúdio, além da turnê solo de Gabriel Adabo.
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